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O que é BOM OU RUIM para o Brasil?

O que é BOM OU RUIM para o Brasil?


A hora H de LuLLa, o maior e mais cínico ladrão deste país desde as priscas eras de Cabral, está chegando velozmente.
Aliás, este ano de 2018 parece uma bala disparada de um fuzil do alto da Rocinha.

O TRF-4, ao que consta, poderá liberar Moro para enfiar LuLLa em seu merecido lugar lá pelo dia 26.

Cabe perguntar: Isso é bom ou ruim para o Brasil.
Não me cabe responder se é bom ou ruim para o Brasil, mas tenho plena convicção de que será muito bom para nossa democracia, onde delinquentes poderosos que nunca iam para a cadeia, começam a ser enjaulados por afrontarem as Leis democraticamente estabelecidas.
Se bem que nossas Leis são uma porcaria. Mas é a que temos.

Perguntei para um amigo advogado se a prisão em segunda instância e a prisão preventiva eram “novidades” trazidas pela Operação Lava-Jato e pela criatividade de alguns magistrados, tais como Moro, Bretas e Walisney.

A resposta foi negativa. Elas existem desde 1941 e foram criadas por razões puramente técnicas.
Uma condenação de primeira instância pode ser reapreciada, rediscutida e, se o juízo concordar ou for convencido, a sentença pode ser mudada. Caso contrário, prossegue, se houver recurso, para instâncias superiores, como os TRFs.
Nestas duas primeiras fases todo o processo pode ser alterado.
Exemplo foram decisões de Moro pela condenação e decisões de absolvição, no mesmo caso, pelo TRF-4.
Até esta fase analisa-se provas, testemunhos, os fatos e a participação ou não do réu. Quer dizer, discute-se o mérito e as provas constantes dos autos.

Daí pra cima não. Não se discute mais as provas, a não ser em flagrante desrespeito à Constituição, mas apenas o mérito do pedido feito pela defesa do acusado.
Estatísticas do STJ mostram que pouquíssimos casos tiveram decisão diferente da que foi propalada em primeira e segunda instâncias. O mesmo se dá quando o caso chega ao STF.

Meu amigo vai mais longe.
Discute-se o trânsito em julgado, como se ele, obrigatoriamente, somente terminasse com o julgamento de possíveis e cabíveis recursos na corte superior.
O raciocínio jurídico do meu amigo dá como transitada em julgado a sentença, confirmada ou não, pela segunda instância, no caso os TRFs, por que, dali para frente, não se reanalisa as provas dos autos, não se reanalisa inocência ou culpabilidade do réu, mas somente se a sentença está ou não dentro do que está escrito na Constituição.

Segundo ainda esse meu amigo, o raciocínio por ele desenvolvido se dá sobre o exposto na Súmula 7 do STJ que diz “A PRETENSÃO DE SIMPLES REEXAME DE PROVA NÃO ENSEJA RECURSO ESPECIAL.
Na verdade o que está dito na súmula 7 pode ser traduzido pela proibição, do próprio STj, em se portar como um Tribunal de Terceira Instância ou que não se pode mais rediscutir o mérito da pendenga judicial.
Há também um outro fator, já com ampla jurisprudência firmada.
Nem o STJ, nem o STF poderiam suspender decisão ratificada pela segunda instância, no caso o TRF.
Ora, raciocina meu amigo, se nem o STJ e nem o STF podem modificar o que foi confirmado por corte colegiada de segunda instância, estaria dado o trânsito em julgado.

Voltando para nossas encrencas do momento.
Rediscutir este assunto é putaria jurídica. Mau caratismo legal e de ocasião para livrar, mais uma vez, bandidos poderosos das merecidas punições.
De outro modo, ou melhor, olhando com olhos aterradores, uma rediscussão como esta, em que se afirma que há maioria para jogar no lixo a súmula 7, significa que logo depois da canalhice da rediscussão do tema (lembrando que este mesmo assunto já foi votado pelo STF por QUATRO VEZES) os advogados de presos não ilustres, mas enormemente perigosos, como Fernandinho Beiramar e Marcola, podem pedir extensão do benefício, para responder aos seus crimes em liberdade.
Para e pensa nas consequências. E tudo isso para livrar bandidos com, broche de parlamentar na lapela.

E para ficar na ladainha comuno-socilaista, uma revisão da prisão em segunda instância não beneficiaria os bandidos pobrinhos da nação, que merecidamente estão enfiados em uma jaula, pelo bem da sociedade. Mas seria um manjar dos deus para os poderosos traficantes de grana pública.

Somos nós acusados de agir com sangue na goela e na língua por desejar que estes bandidos sejam alijados da sociedade, que sejam enfiados em cana e que paguem como qualquer cidadão, pelos crimes que cometeram.
O que estamos a exigir é que a justiça seja cega para condenar criminosos e que se porte como caolha que pune uns e protege outros, não importa os crimes que tenham cometido, nem que tenham nomes famosos ou chinfrins ou que tenham ou não polpudas contas bancárias e poder.

Até aqui, desde que a operação Lava-jato começou a enfiar poderosos em cana, não vimos um inocentinho sendo carregado pelo japonês da federal.
Todos cometeram crimes graves de tráfico de grana pública, resultado do suor do povo brasileiro, este sim, digno de proteção das leis.

O roubo do dinheiro público, principalmente quando usado em processo eleitoral, deveria ser considerado crime hediondo por fraudar a democracia.
O ladrão poderoso que rouba grana pública e leva à falência uma empresa do tal do orgulho nacional, deveria ser, também, um criminoso hediondo.

Enquanto o tráfico de grana pública se converte em mansões luxuosas, em Ferraris de último modelo, em iates espetaculares, em bunker de grana suja, o desgraçado do pobrinho fica sem remédio nos falidos hospitais espalhados Brasil a fora, sofre nas filas de marcação de simples exames, corre risco de morte nas cirurgias que demoram meses para ser realizadas, pena nas escolas caindo aos pedaços e o que é pior, vê sua dignidade afrontada por um estado que faliu por que traficantes de grana poderosos assaltaram os cofres da nação.

Pergunto mais uma vez:

Então, o que é bom ou ruim para o Brasil?

Na hora de votar responda à esta singela pergunta.


De malas e vídeo prontos!

De malas e vídeo prontos!

Este ano está voando baixo.
Para alegria de muitos, meu caso, e desespero de outros tantos, caso de LuLLa, o desgraçado ladrão do povo brasileiro.

Está chegando a hora de, para alegria geral de grande parte da nação, particularmente esfuziante deste velhote aqui, de vermos este miserável ser DEMOCRATICAMENTE enjaulado.
Polícia de verdade e cadeia para bandidos comprovados é um dos pilares de uma verdadeira democracia.

Desde 2005 que este safado vem merecendo ser enjaulado. Não foi por causa da covardia nojenta de Bob Jeff, que mentiu sobre a participação de LuLLa naquela roubalheira desgraçada do MENSALÃO DO LULLA, que deu origem ao que hoje vemos neste arrombado Brasil.

Segundo o que soube, as malinhas sem grana já estão prontas.
Assim como um vídeo chinfrin com ordem de ser divulgado enquanto estiver sendo levado em cana, no democrático negão com ar condicionado da PF, lamentavelmente sem a presença do japonês da federal.

No vídeo, já gravado e sem o dedão de Santana, o traficante de grana pública pede para que espalhem que eLLe é o "primeiro preso político após o fim do Regime Militar".

Mas quem se importa?

Dizia o petismo ladrão que haveria uma gigantesca revolta popular se ele fosse condenado por Moro.
Não teve.
Dizia a quadrilha de traficantes de grana pública que haveria sangue, suor, cerveja, tubaína e mortadela, se o TRF-4 desmentisse Moro.
Não teve.
Ainda persiste a ameaça de que muita gente vai morrer para prender LuLLa.
Bom, só se for na favela da Rocinha, se o PCC resolver enfrentar o bando do presidiário Nem.

A única revolta que pode haver, e essa eu realmente temo que se confirme, será a de Melandowiski, Toffoli e Mendes. Essa sou capaz de dar meu mindinho na aposta de que tem grandes chances de acontecer.

No que diz respeito aos consumidores fanáticos de mortadela Sadia com Salmonella e de Mindigão, esquece.
Acho que estão procurando algo de mais útil para fazer.
Talvez, quem sabe, procurando um emprego.



3x0 + 5x0 e um tapa na cara do Supremo.

3x0 + 5x0 e um tapa na cara do Supremo.

Duas derrotas acachapantes seguidas colocam o ladrão mor da nação com um pé dentro do xilindró e o STF na bica da desmoralização.

3x0 no TRF-4 e, ontem, 5x0 no STJ.

As derrotas sucessivas deste canalha na justiça servem de recado para um STF cada vez mais disposto a chafurdar na lama em que o safado duplamente condenado enfiou este país.
Se lê aqui e ali notícias que dão conta da safadeza que está sendo armada no castelo mal assombrado comandado pela dona Carminha.

Parlamentares da quadrilha de LuLLa intimidam a presidente da corte ocupando seu indevassável, deveria ser assim, gabinete. Pior, foram carragedos pelas mãos por Melandowiski, ministro da corte que deveria ter um pingo de vergonha nas fuças e na toga.

Ministros da corte forçam a barra para livrar seus bandidos de estimação da pesada mão da justiça que deveriam praticar, mas que fazem questão de jogar no lixo.

Os dois julgamentos de LuLLa, o ladrão da democracia, foram duas competentes aulas de como deve ser o exercício do direito.
Sobriedade, simplicidade, nível de compreensão acessível à maioria do distinto público, sem estrelismos e muita, muita mesmo, fundamentação jurídica.

Ambos os tribunais, TRF-4 e STJ, discutiram não só as contundentes provas do processo, mas também o mérito de suas decisões.
Emparedaram a Suprema Porcaria, enlameada pela presença de Mendes e seus miquinhos amestrados. Todos se dando uma só direção: LIVRAR OS SEUS BANDIDOS DAS MÃOS DA JUSTIÇA.

Mostraram que o lugar de delinquentes perigosos, como LuLLa, é a cadeia.
Mostraram que a justiça que serve à uma democracia não é a justiça dos "cumpádi", exercida por Gilmares Mendes da vida.
Mostraram que quando a justiça emite decisões irretocáveis, como a emitida por Sérgio Moro e pelo TRF-4, outro caminho não há que não seja referendar, sem subterfúgios, o que é irretocável.
Mostraram para todos os que optam pela bandidagem, seja um traficante de drogas de favela, seja um traficante de grana pública com ou sem faixa presidencial que a Lei vale para todos.
Mostraram que a justiça "garantista" é a que garante os direitos e obrigações de toda a sociedade e não de uns poucos poderosos.
E, por fim, mostraram que há um outro Brasil que vai nascendo de pequenas construções, trabalhadas por muitas e dedicadas mãos, que vai se erguendo apesar de todas as dificuldades e putarias armadas pelos que tentam, a todo e qualquer custo, fazer como que este país permaneça na lama em que se encontra.

O recado, competente e claro, está servido na mesa posta pela democracia.
Resta saber que vai ter a cara de pau de cagar sobre a toalha.


Justa indignação.

Justa indignação.

No Brasil atual passou a ser quase uma obrigação ou ser um viado ou sapatão ou ainda, aceitar passivamente as absurdas teorias, tais como a de gênero, formuladas pelas esquerdas psicopatas como se fossem fatos consumados e passíveis de criminalização dos que "ousam" discordar das "pobres e indefesas vítimas" de uma sociedade preconceituosa.

Daí que uma afirmação contundente de um ministro de corte superior, no caso o STJ, soa como alento. Ou deveria ser assim.
Disse João Otávio de Noronha:

"Hoje o nosso juiz constitucional não pode ser pautado pelas minorias só. Aliás, eu já vi que eu quero meus privilégios porque o heterossexual agora está virando minoria no Brasil. Não tem mais direito nenhum....
....para quem está solteiro, é preciso ter “cuidado” na hora de ir em frente em um namoro, “porque você pode ter amanhã vínculo jurídico que você não tinha desejado...
.....E se fizer declaração de que é só namorado, tem ministro, tem juiz, que diz que isso não vale. Que não expressa a vontade real".

No entanto, até mesmo PARA UM JUIZ DE CORTE SUPERIOR a patrulha de uma minoria barulhenta consegue fazer com que ele pegue a sua JUSTA INDIGNAÇÃO, já que ela é a indignação de milhões de brasileiros, maioria, e enfie debaixo da toga.

Horas depois de ter dito uma destas verdades que se pode chamar de verdade verdadeira, o ministro, arrependido, alegou ser apenas uma "brincadeira".
Lamentável.

Estes grupelhos exigem de nós respeito, mas desrespeitam nossas crenças, desrespeitam nosso direito de educar nossos filhos à nossa maneira discordante, agridem nossas crianças com exposição de "arte", que arte não é, expondo os nossos pequenos estudantes às tais cartilhas do politicamente correto e ainda querem nos obrigar a aceitar aquilo que não aceitamos.

EU TENHO O DIREITO CONSTITUCIONAL DE NÃO QUERER UM FILHO GAY OU UMA FILHA SAPATÃO.

EU TENHO O DIREITO DE NÃO QUERER QUE, NA ESCOLA, MEU FILHO NÃO SEJA TORPEADO POR TEORIAS COM AS QUAIS NÃO CONCORDO. Escola traz CONHECIMENTOS, educação VEM DA FAMÍLIA.

É uma pena que o ministro tenha feito uma assertiva tão correta e tenha dela se arrependido.
Mostra que a justiça, medrosa, prevaleça para uma minoria e não proteja, COM ISENÇÃO, a maioria que está sendo criminalizada por apenas discordar.