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Estadão: Desde quando berrar "vai soltar o LuLLa" é agressão?

Estadão: Desde quando berrar "vai soltar o LuLLa" é agressão?

É impressionante como, sob o argumento de defesa da "democracia", a imprensa ataca de forma vagabunda essa mesma democracia.
A primeira pergunta que se faz necessária é:
O que é protesto e o que é "agressão"?

Antes de responder à esta pergunta tipo "ser ou não ser, eis a questão", cabe relembrar o que diz a nossa Constituição:


Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

E assim a pergunta de fundo:

Onde existe agressão quando uma passageira, revoltada, pergunta para o chefe do Compadrio Superior se ele "vai soltar LuLLa também"? E quando se pede "Fora, Gilmar!!!!"?
Assisti aos dois vídeos publicados sobre o assunto e não há, repito, NÃO HÁ, nenhuma agressão ao advogado superior de bandidos famosos.

O que houve, longe de ser qualquer tipo de agressão, foi o protesto de pessoas que não aguentam mais as putarias que ele anda cometendo na Porcaria Superior.
O protesto dos passageiros do voo pode ser lido, guardadas as devidas proporções, em milhares de textos produzidos por gente da área, com e sem nome no mundo jurídico, tecendo duras críticas ao comportamento sujo de Gilmar.
Não se deve esquecer a reação indignada e bem posta de Barroso diante de mais uma putaria que este cretino armava na corte durante uma sessão de julgamento.

Para o Estadão "o ataque das sentinelas da moral e dos bons costumes", ato de "cidadania primitiva" deveria ser feito com tapetes vermelhos e cravos ou rosas nas mãos dirigidos a quem despreza o devido e necessário respeito para todos aqueles que pagam seu majestoso salário.

Sinceramente, Estadão?
Foi pouco e educado demais para meu gosto. Ele deveria ter levado, pelo meio das fuças, como aquela bengalada histórica levada por Dirceu de um velho senhor.

Respeito, Estadão, é uma via de mão dupla.

Quando à defesa do canalha Lindeberg, fazer o quê?

A imprensa sempre dá ao petismo a primazia de fazer o que bem entende e, durante muito tempo, a população assistiu ordeira e pacificamente as atitudes criminosas destes vagabundos.
Chega, né Estadão?

Eles tem sim que ser cobrados, achincalhadas, xingados e ser impedidos de andar tranquilamente pelas democráticas vias de nossas cidades. E isso pode ser feito sem a necessidade de agressões físicas, como a que eles estão cansados de praticar. A não ser, claro, que provoquem. Caso isto aconteça a porrada tem é que comer solta mesmo.

E isso, Estadão, também faz parte da democracia.


ATENÇÃO ETCHEGOYEN: MAIS UM EDITORIAL FAKE DO ESTADÃO.

ATENÇÃO ETCHEGOYEN: MAIS UM EDITORIAL FAKE DO ESTADÃO.

A imprensa, assim como outras instituições, são parte importante de uma verdadeira democracia.
Mas para isso ela tem de ser livre, profissional, isenta e verdadeira.
É sua missão apurar a tal de verdade dos fatos.
No momento em que a imprensa toma partido, deste ou daquele lado, ela vira um um granma.cu, cujo chefe de redação sempre foi alguém da família Castro.

Em um editorial fajuto publicado hoje o Estadão presta o desserviço de uma imprensa bandida.
Tenta jogar, pelos extremos, LuLLa e Bolsonaro no mesmo saco de gatos criado por ele, Estadão, para choramingar a ausência de um nome de "centro liberal" que, segundo o Estadão seria a única alternativa de salvação nacional.

Diz o editorialista que "os brasileiros genuinamente preocupados com o futuro do País não enxergam no atual quadro sucessório uma candidatura capaz de atender a seus anseios de estabilidade econômica, racionalidade administrativa e responsabilidade fiscal".

UAUUUUUU!

Tenho a péssima mania de formular perguntas lógicas para problemas ditos complexos. E ao ler o lixo produzido pelo Estadão me vem de cara a primeira:

Como o Brasil chegou ao ponto atual?
A pergunta, complexa por si só, envolve várias respostas. Porém LÓGICAS.

1) O fracasso da administração petista (EM GRANDE PARTE APOIADO PELO CENTRO LIBERAL APOIADO PELO PMDB DE TEMER)
2) A degradação da política por políticos ladrões (PRESENTES NO PETISMO, NO CENTRISMO DO PMDB E NOS OPORTUNISTAS SEM IDEOLOGIA)
3) A falência das Instituições comandas nestes últimos anos por PETISTAS E PELOS CENTRISTAS DO PMDB, ASSOCIADOS A LIXOS COMO VALDEMAR COSTA NETO;
4) A desmoralização de parte importante da justiça por integrantes diretamente ligados ao PETISMO E AO CENTRISMO DE TUCANOS E PMDEBISTAS

E poderíamos ficar aqui por inúmeras laudas de texto demonstrando que a situação atual do Brasil não é uma obra de única mano, mas de muitas outras, inclusive do tal espectro político que se acentua no tal "vazio a ser preenchido", título do editorial fake do Estadão.

Diz mais o missivista, produtor de Fake:


"Muitos políticos agora se apresentam como candidatos do “centro”, sem que fique claro que “centro” vem a ser esse, pois nenhum deles parece capaz de enfrentar as urnas defendendo, sem ambiguidades e com coragem, as reformas, a austeridade no trato das contas públicas, o respeito irrestrito às leis, a modernização do Estado, a coesão social e o estímulo à iniciativa privada. Ou seja, não há uma candidatura verdadeiramente liberal entre aquelas que têm potencial para efetivamente disputar a eleição".

Classificado pelo Fake como "populista de direita" o missivista parece não ter prestado atenção ao que prega Bolsonaro. Se não estivesse escrevendo de má fé veria que o que Bolsonaro prega está justamente no fato de ENFRENTAR COM CLAREZA O QUE O PRÓPRIO ESTADÃO CLASSIFICA COMO PRIORITÁRIO NUMA CANDIDATURA.

Bolsonaro tem defendido reformas.
Bolsonaro tem defendido austeridade.
Bolsonaro, E MAIS NINGUÉM, tem defendido com exacerbada garra o RESPEITO IRRESTRITO ÀS LEIS.
Bolsonaro, através de seu futuro e reconhecido ministro da área econômica se eleito for, tem defendido a MODERNIZAÇÃO DO ESTADO.
Bolsonaro, e NENHUM OUTRO, tem defendido a COESÃO SOCIAL, através do fim das ideologias vagabundas da esquerda, cuja única e clara intenção é arrebentar com OS VALORES MORAIS DE UMA SOCIEDADE, através da destruição da família.
E, por fim, Bolsonaro se mostra um defensor aguerrido da INICIATIVA PRIVADA pregando que só o CRESCIMENTO E O TRABALHO são fatores de ascensão social.

E continua o editorial fake:


"Considerando-se os acontecimentos político-partidários registrados até o momento, não há razão para otimismo. Os dois candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, Lula da Silva e Jair Bolsonaro, são partidários de soluções mágicas para os principais problemas nacionais. Nem é preciso perder tempo analisando suas propostas, pois todas convergem para a expansão irresponsável dos gastos públicos e para a desmoralização da política, cenário que caracteriza países periféricos e eternamente dependentes de circunstâncias externas favoráveis".

Mais uma miserável pergunta lógica:

QUE ACONTECIMENTOS POLÍTICOS ATUAIS TIRAM O OTIMISMO DO EDITORIALISTA?

Seria o desejo de ilustres integrantes do centro vazio de nomes que o Estadão enxerga, por exemplo FHC, Rodrigo Maia e o ladrão Temer, desejarem LuLLa livre para concorrer no próximo pleito e envergonhar mais uma vez esta nação tendo na presidência um ladrão condenado?

Seria o desejo calhorda de integrantes da suprema corte acabarem com a bem vinda prisão após a condenação em segunda instância, desejada por magistrado garantidores e centristas?

Quais as "soluções mágicas" que foram propostas por Bolsonaro?

Que propostas de Bolsonaro, na visão caolha deste "fakista" seriam responsáveis pela expansão dos gastos públicos, se este mesmo Bolsonaro é covardemente acusado de não entender nada de economia?

Que proposta de Bolsonaro representaria a desmoralização da política se ele demonstra até de forma agressiva que agirá contra este câncer que a esquerda e o centro enfiaram nossa política?

Tem razão o missivista em atribuir ao ladrão LuLLa as suas preocupações por que tudo o que este canalha tem pregado é exatamente o que Estadão teme.
Colocar Bolsonaro neste fajuto e fake balaio de gatos chega a ser uma atitude sórdida.
Como a atitude é de um órgão de imprensa, sugiro ao Estadão mudar de nome.

Que tal passar a se chamar Estagranma.cu - Órgano oficial del Comité Central del PCC - Partido Canalha del Centro?


Bolsonaro e as Forças Armadas.

Bolsonaro e as Forças Armadas.

O Estadão publica levantamento que diz ter feito nas Forças Armadas em relação a Bolsonaro.
O "levantamento" do Estadão diz que "oposição" deixou de existir.
O que foi confirmado pelo incapacitado Villas Boas.

Cascata.

Bolsonaro nunca teve oposição nas Forças Armadas apesar de não ser, e nuca ter sido, considerado como o candidato delas, embora tenha a preferência da imensa maioria dos milicos.

Bolsonaro tem alto conceito dentro das Forças armadas. Basta ver a recepção calorosa que lhe é dispensada sempre que comparece em eventos puramente militares.

Parece, e não sei se é esta a verdadeira intenção, que o Estadão quer caracterizar Bolsonaro como alguém da direita que promoveu a tal de "ditadura" que nunca existiu no Brasil.

Mais um pontinho para Bolsonaro.


Estadão tenta tapar o buraco de seu jornalismo FAKE.

Estadão tenta tapar o buraco de seu jornalismo FAKE.

Ontem desmascaramos reportagem do Estadão sobre Bolsonaro onde de forma suja e irresponsável o Estadão dava a entender que Bolsonaro representava um gasto excessivo para a Câmara dos deputados.

Sob o título "Câmara gasta mais com "voo" eleitoral de Bolsonaro" a notícia fake do Estadão deixou de considerar, como mostramos, os gastos de todos os parlamentares.
Restou provado que, "mesmo com "voos" eleitorais, Bolsonaro ocupa a rabeira de lista dos que mais gastaram em passagens aéreas na Câmara.

Um troço nojento.

Hoje, parecendo que deseja cobrir a merda que fez ontem, o Estadão vai à luta e foi "fuçar" os gastos da Câmara com passagens aéreas de deputados em "missões oficiais".

Milagrosamente, o nome de Bolsonaro não aparece entre os poucos citados pela reportagem.

Estranhamente o Estadão foi fuçar passagens aéreas para os casos de missões oficiais, por que diabos reportagem tão seletiva?

A resposta é simples.

Se fizesse levantamento sobre gastos com passagens aéreas em geral teria que se desmentir, como mostrado aqui no dia de ontem.

ISSO NÃO É JORNALISMO.
ISSO É BANDALHA. MAU-CARATISMO. IMUNDICE JORNALÍSTICA.

É CENTRAL DE FAKE!


Mais uma para você Estadão.

Mais uma para você Estadão.

SARNEY FILHO USOU AVIÃO DA FAB PARA PASSEAR COM A FAMÍLIA EM FERNANDO DE NORONHA.

Se o Estadão, por acaso, quiser se INFORMAR basta acessar este site.

Então Estadão:

VAMOS COMEÇAR A FAZER JORNALISMO DE VERDADE?

Etchegoyen uma perguntinha:

COMO ESTÃO AS APURAÇÕES DE FAKE NEWS?
Estou dando para o senhor mais uma.


Agora é o FAKE ESTADÃO que parte para cima de Bolsonaro.

Agora é o FAKE ESTADÃO que parte para cima de Bolsonaro.

Começo esta postagem com uma pergunta que se torna extremamente pertinente quando se vê a situação atual do país e o papel a que parte da imprensa tem se dedicado a desempenhar.
Vamos à ela:

QUAL O DEVER DA IMPRENSA?

Obviamente é o de INFORMAR, propagando informação VERDADEIRA, divulgando a notícia de forma isenta, sem paixões e baseada em dados reais.
Quando a imprensa se dá ao desplante de servir como meio de desinformação, o jornalismo deixa de ser um dos pilares da democracia e passa a funcionar como coisa de bandido.

E é desta forma que Estadão e Folha de São Paulo tem exercido o seu papel de informar. Viraram central de fakes mamando na grana pública que rola nos cofres de suas redações.

A Folha chamou de mansão um quase pocilga que Bolsonaro tem em Angra. Pegou seu patrimônio miserável e tentou transformar em operações sujas de lavagem de dinheiro. Juntou o patrimônio de seus filhos com o do Capitão para "demonstrar" enriquecimento ilícito.

Bolsonaro, como muitos outros políticos serelepes que andam por aí, poderia ter milhões de vezes mais o que tem como patrimônio. E feito de forma legal.
Por que digo isso?

Um parlamentar federal goza do privilégio de ter todas as suas despesas pagas. (Imagem ao lado) Até mesmo o papel que lhe limpa a bunda é pago com grana pública. Um privilégio horroroso que deveria acabar.
Logo, um deputado (qualquer parlamentar) pode, se assim desejar, usar todo o seu salário principal para adquirir o que bem entender.
Vejamos o caso específico de Bolsonaro.
Bolsonaro, como todos os outros deputados, tem de salário anual a quantia de 438.919,00.
Com um ano de salário não gasto Bolsonaro compraria duas "mansões da Folha" no pobretão município de Mambucaba.
Pergunta:
O que Bolsonaro E QUALQUER OUTRO PARLAMENTAR, compraria recebendo estes valores por quase 30 anos?
A reportagem suja da Folha não fez a continha básica que fazemos aqui.
Preferiu usar os dados de forma nojenta, suja e criminosa para, DESINFORMANDO, atacar Bolsonaro.

Hoje foi a vez do Estadão, central de Fakes do governo ladrão de Temer, em reportagem sobre gastos com passagens aéreas e já no título mostra a que veio.

Se o Estadão tivesse a mínima intenção de INFORMAR faria o levantamento completo para saber se as viagens BOLSONARISTAS seriam as únicas despesas com passagens, como sugere a reportagem, a causar "mais gastos para a Câmara".
Se tivesse feito este pequeno trabalho de investigação veria que o deputado ocupa a rabeira dos parlamentares que mais "gastos causam para a Câmara dos deputados".

Se o Estadão fizesse uma visitinha ao site Operação Política Supervisionada (Ops), uma ferramenta colaborativa que fiscaliza todos os gastos do Congresso Nacional atestaria que:

1) No quesito despesas totais, isto é, computando-se todas as verbas que um deputado recebe, Bolsonaro ocupa a posição de nº 438 na legislatura 55 (2015 a 2019) - Este dado pode ser visto AQUI.
São 7 páginas no total com 100 parlamentares cada uma. No rodapé da página inicial role até o fim e clique no número 5. Bolsonaro estará na linha 38.

2) O APP permite filtros. Desta forma no menu superior clique em EXPLORAR e nas caixas de pesquisas mude para EMISSÃO DE BILHETE AÉREO na caixa de texto DESPESA.
Bolsonaro aparece na página 2 na posição 130.
Quer dizer 129 deputados obrigam a Câmara a "gastar" muito mais,alguns cerca de quase 3 vezes mais que Bolsonaro.
Vou citar alguns:
O que mais gastou até aqui, nesta legistatura, espetou nos cofres da Câmara a bagatela de 850.079, 56, foi o deputado Marinaldo Rosendo - PSB-PE.
Bolsonaro gastou 332.610,44.
Entre ilustres que gastaram mais que Bolsonaro estão:
Paulo Pereira da Silva, o Paulinho; Ônix Lorenzoni; Wladimir Costa, o da tatuagem; Carlos Sampaio, tucano; Miro Teixeira; José Guimarães; Paulo Maluf, o milionário presidiário; Alessandro Molon; E muitos outros figurões da política.

Os dados são referem-se a TODA A LEGISLATURA 2015 a 2019 e foram atualizados em 12/01/18 às 20:13hs.

Por diabos o Estadão não fez este pequeno, rápido e necessário levantamento?

Ora por que é uma central de fakes ordinária, assim como a Folha de São Paulo, cuja única intenção é DESINFORMAR, já que isto não é jornalismo.
Por que uma de suas missões, além de defender um governo repleto de ladrões, é atacar Bolsonaro para tirá-lo da disputa e enfiar alguém, digamos, "mais confiável" e condescente com seus propósitos, sabe-se lá quais são.

Já disse aqui e repito:

Se a miserável central de fakes criada pelo canalha Mendes e seu general bolivariano fizerem seu trabalho como devem, fecham de cara Estadão e Folha.
As duas maiores centrais de FAKE NEWS desta arrombada república.
A Folha de São Paulo e o jornalismo de esgoto.

A Folha de São Paulo e o jornalismo de esgoto.

Ontem assisti um vídeo com mais de 1 hora de duração onde Bolsonaro e um canalha da Folha de São Paulo bateram boca sobre uma reportagem feita pelo jornalismo de esgoto da Folha que acusava Bolsonaro de várias atitudes em um processo de mais de 20 anos atrás no qual Bolsonaro foi absolvido por 8 votos a 4.
O troço chega a ser escandaloso, de tão canalha que é.
O canalha, travestido de repórter, batia na tecla de que o procurador fez graves acusações ao deputado, deixando desprezando o fato mais importante do processo:
A ABSOLVIÇÃO DE BOLSONARO.
Se quiser, você pode assistir o vídeo clicando AQUI. Prepare doses cavalares de Engov por que dá nojo.

Quer dizer, a Folha, somente par acusar Bolsonaro, "REABRIU UM PROCESSO", com trânsito em julgado, sentença definitiva, para etiquetar Bolsonaro com qualificações negativas em que ele FOI ABSOLVIDO.
Um troço escandaloso.

Li ontem o editorial deste lixo jornalístico tentando justificar outra "reportagem" vagabunda sobre o patrimônio do deputado.
O argumento principal da esgotosfera jornalística representada pela Folha é que é obrigação da imprensa investigar candidatos à presidência.
É verdade. Esse é um dos papéis da imprensa. Alertar os eleitores sobre possíveis bandidos que se arvoram o direito de sentar o cú na cadeira de presidente.
Mas é também dever do jornalismo falar a verdade. Não foi isso o que fez a Folha em relação ao patrimônio de merda "ostentado" pelo deputado candidato.
O que a Folha fez, na verdade, chega a ser criminoso e pode ser chamado de tudo, menos de jornalismo.

Se a esgotosfera jornalística pensa que reportagens vagabundas como as que publica a Folha e o Estadão sobre Bolsonaro vai fazer com que ele caia nas pesquisas e nas reais intenções de voto para presidente, vão quebrar os cornos.

Se a ABIN, do Bolivariano Etchegoyen, quiser mesmo fazer um trabalho sério sobre as Fake News deve começar fechando a Folha e o Estadão, hoje as duas maiores centrais de fake deste nojento Brasil atual.


O balão de ensaio da Central de Fakes.

O balão de ensaio da Central de Fakes.

Deve-se à reporter Andrezza Matais, da central de fakes chamada Estadão, o balão de ensaio sobre uma possível prisão do General Mourão, exonerado à pedido do ladrão Temer e de seu ministro comunista Jungmann, que em palestra recente no Clube Militar de Brasília sentou o coturno no desgoverno deste ladrão chamado Temer.

A reação, claro, foi imediata e os canalhas voltaram atrás.
Prendam Mourão e serão, em futuro próximo, presos.


O editorial do Estadão, esbirro da central de Fakes.

O editorial do Estadão, esbirro da central de Fakes.

Quem perde tempo de ler o Estadão, nos dias atuais, deve se obrigar a ter estoque de produtos anti-vômito, tal a postura dos editoriais que tem publicado nestes tenebrosos dias atuais.
Aquele Estadão quase isento (muito mais que a socialista Folha de São Paulo) que publicava editorias dignos de serem replicados por milhões de sites e blogs e nos fazia ter a vontade invejosa de tê-los escrito, jaz na cova do descrédito de forma vergonhosa.

O Estadão como exemplo de jornalismo está morto.

Os numerosos textos de defesa de um desgoverno de ladrões, que só não estão em cana ou, pelo menos sendo investigados pelos crimes que comprovadamente cometeram, graças à uma quadrilha de canalhas instalada no Congresso nacional é a prova cabal de sua proposital passagem para a terra dos mortos dos Fake News.

O Editorial de hoje, atacando Bolsonaro, é de uma molecagem sem limites.
Diz o texto que os que votam, ou estariam propensos a votar, em Bolsonaro o fazem por "estarem fartos da violência urbana e da corrupção desenfreada".
O editorialista tem certa dose de razão.

As pessoas honestas deste país estão sim, cansados da violência urbana que nos mantém prisioneiros dentro de nossas casas, que nos faz morrer de medo de sair nas ruas em direção ao trabalho.
Estamos também fartos da corrupção desenfreada que assolou nosso país e com a impunidade dos poderosos, enquanto o pobretão vagabundo apodrece em cana.

Mas não são somente estes os motivos, Estadão. Há mais.

Estamos cansados de uma imprensa que se porta como o Estadão, na defesa dos bandidos que empurraram em nossos lombos o cansaço diante de tanta corrupção. Estamos fartos de uma imprensa que se porta como advogada ou porta-voz de bandidos poderosos. Estamos fartos de uma imprensa que se omite, de forma covarde, diante de graves crimes cometidos.

Estamos cansados também, Estadão, da justiça praticada por sujeitos como Gilmar Mendes, Lewandowiski, para citar alguns, que atuam claramente em favor de bandidos de estimação ao passo que atuam com todo o rigor da lei contra os não poderosos ou desafetos, comprovando a teoria que diz que existem dois tipos de justiça:
A dos poderosos, da qual o Estadão é central de notícias, e a dos 3Ps (pobres, pretos e putas).

Estamos cansados da destruição de valores, caros à uma sociedade que se quer justa, igualitária e isenta.
Estamos cansados da destruição paulatina do conceito indiscutível de família, com as tentativas socialistas de transformar nossas criança em reserva futura de pervertidos.
Estamos cansados da vulgarização dos conceitos e moral e ética de povo, de nação e de governo.
Estamos cansados de ver um presidente da república, acusado de vários e graves crimes, comportando-se como se inocente fosse, por que comprou, COM DINHEIRO PÚBLICO, a paralisação das investigações.
Estamos cansados de uma Suprema Corte que se ajoelha diante de bandidos poderosos e abre mão de exercer a verdadeira justiça que dela espera uma nação inteira.

Sim, Estadão, muitos de nós, já com seus mais de 60, como é o meu caso, sentimos sim saudades do Regime Militar por que vivemos aquele período e não caímos na balela de que foi uma ditadura, como hoje se vê na "idolatrada" Venezuela de Maduro.

Durante o Regime Militar participei de milhares de protestos, das passeatas mais importantes havidas naqueles tempos, joguei bolinhas de gude nas patas da cavalaria do exército, mas nunca passei uma noite no DOI-CODI.
Por que Estadão?
Por que eu e muitos dos meus amigos ou não que participaram destes eventos, estudantes ou não, NÃO PERTENCIAM A NENHUM GRUPO TERRORISTA.
NÃO ASSALTAVAM BANCOS PARA FINANCIAR ATOS DE TERROR.
NÃO EXPLODIAM CORPOS DE INOCENTES.
NÃO ASSALTAVAM CARROS FORTES.
NÃO ROUBAVAM ARMAS DO EXÉRCITO OU DE QUALQUER OUTRA FORA
E, por fim,
NÃO SEQUESTRAVAM EMBAIXADORES.

Durante o REGIME MILITAR eu, e milhões de outros, estudamos em colégios que ensinavam. Nos formamos em faculdades de primeira linha. Trabalhamos e conseguimos ter uma vida que muitos dos que tem hoje a idade que eu tinha na época não conseguem. E tínhamos segurança de andar nas ruas, por que não estávamos cercados por bandidos, tanto os de Brasília, como das grandes cidades.

Daí, Estadão, esta, digamos, espécie de saudosismo daquela. Por que havia Lei, ordem e justiça e não havia Gilmares Mendes achincalhando a justiça.
Mas mesmo diante deste pequeno flash back daquela época eu e outros tantos milhões de brasileiros nos colocamos contra o Regime Militar ao contrário deste antes tão prestigioso jornal.

Para o Estadão dos anos de 64 a democracia representava "o domínio de toda a nação pelos democratas" ou "O que era bom para os EUA, era bom para o Brasil", defesa enfática do Estadão às palavras de Juracy Magalhães.

Entende-se, assim, a facilidade com que o Estadão se vende para os bandidos da nação.
É mais fácil se vender para bandidos que pagam bem do que para os tais "democratas" daquele período da história.

Parafraseando a parte final desta nojeira publicada pelo Fake News Estadão:

"O melhor para o país é que a ampla maioria da população conheça a verdadeira natureza da imprensa que o Estadão opta por representar nos dias atuais".




A Venezuela está cheia de Etchegoyens

A Venezuela está cheia de Etchegoyens

O meliante Mendes, com apoio do General Etchegoyen querem fiscalizar o tal do "fake news" nas eleições de 2018.

O que poderia ser considerado fake news por estes senhores?

Ora se eu tenho um furo que ninguém, a não ser eu, publica sob exigência de resguardar a fonte, seria eu um distribuidor de fake news?
Acredito que na visão destes pulhas sim.

Mais uma pergunta:

E quando o Fake News for produzido pela rede de canalhas, como o Estadão, que hoje se tornou, para vergonha de todos os seus antigos leitores, a maior central de Fake News do jornalismo brasileiro, o que fará o venezuelano Etchegoyen?

O limite entre censura e liberdade é tênue e estes senhores que estão no governo não tem um pingo de moral para estabelecer este limite.
A Venezuela, como se sabe, está repleta de Etchegoyens e olha o que está acontecendo lá.

O GSI, de Etchegoyen, faria um favor imenso ao se ajudasse a polícia federal e as instituições da justiça se corresse atrás dos políticos fake que assaltaram os cofres da nação.
Mas aí, seria correr atrás dos comparsas, né general?



Lamentável, sob todos os aspectos, o editorial do Estadão.

Lamentável, sob todos os aspectos, o editorial do Estadão.

Sob o título "A culpa do ‘sistema’" o sempre tão isento Estadão solta um editorial lamentável onde, de forma canalha, deturpa completamente o que foi dito por Deltan Dallagnol sobre o momento política atual.

Diz o editorial vagabundo que "Dallagnol, em sua reiterada imprudência, infelizmente comum a alguns de seus pares, dá tratamento isonômico a todos os políticos citados nas delações premiadas. Para ele, são todos corruptos, e na mesma medida. Os políticos que receberam doações eleitorais qualificadas pelos delatores como “propina” são colocados no mesmo nível dos meliantes que elaboraram um plano de assalto bilionário aos cofres da Petrobrás e de outras estatais e entidades públicas durante os governos lulopetistas."

Quem assistiu à entrevista dada por Deltan, e eu ouvi na íntegra a entrevista de Deltan para a CBN, entendeu a preocupação correta de Deltan sobre o que estamos vivendo.
Em momento algum das entrevistas o procurador igualou os bandidos e seus crimes, mas falou da roubalheira de políticos que usaram de seu cargo e de sua influência para arrancar grana de empresas, grana esta que, obviamente, não foi retirada de seu caixa oficial.

Os diálogos e testemunhos que temos ouvido e assistido até agora, incluindo a noda delação da JBS dão a exata noção da política que se praticava nos bastidores sujos do poder que, como ninguém, o Estadão deveria, por obrigação jornalística, investigar.

É nojento ver o Estadão se comportando com o mesmo tipo de jornalismo praticado por outros jornalões que estão se esmerando na tarefa de desmerecer o excelente trabalho que até aqui tem sido feito pela Operação Lava Jato.

Prova deste trabalho é o rol de acusações que estão feitas pela Operação contra os políticos flagrados em falcatruas separando o bandido contumaz do bandidinho de ocasião. Isto é, separando aquele que ajudou e se beneficiou do roubo, daquele bandidinho que cometeu o levinho crime de Caixa 2.

Vergonha Estadão.

Vergonha quando se vê que inúmeras manchetes de furos do próprio jornal, corroboraram e ainda corroboram as palavras de Deltan.
Ou será que o editorialista autor deste lixo não lê o próprio jornal em que publica seus lixos?