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A torcida dos psicopatas de esquerda.

A torcida dos psicopatas de esquerda.

Uma tal de investpub andou publicando na rede um anúncio de investimento onde a propaganda pergunta "Quem vencerá as eleições?" (veja foto desta postagem).

Estão na foto da propaganda Ciro, Alckmin, Marina, Amoedo e LuLLa. Não está Bolsonaro o líder das pesquisas.

A Folha, quase todo santo dia, solta um notinha contra Bolsonaro. Estadão vai na mesma linha.

Jornalistas da grande mídia, quase todo dia santo, soltam textos em que desmerece a performance de Bolsonaro.

Hoje foi a vez de Gaudêncio Torquato que "acredita" que a decisão final será entre Ciro e o Sem sal de Pindamonhangaba.
Diz Gaudêncio em trecho de seu artigo publicado na Veja:

"O deputado Jair Bolsonaro (16,8%) tende a ver sua margem diminuída por alguns fatores: curto espaço de mídia; perfil autoritário, provocando forte bombardeio por parte de adversários; despreparo para discorrer sobre temas prioritários, como economia."

Para começo de conversa Bolsonaro não tem 16.8%. A não ser que Gaudência tenha em mãos alguma pesquisa do instituto do Coimbra.
Na pesquisa CNT/DMA, também não muito confiável, Bolsonaro na espontânea, ONDE NÃO É MOSTRADO O NOME DO CANDIDATO, aparece com 12,3%. 6% abaixo do ladrão LuLLa.
Gaudêncio não deu importância.

No cenário mais provável, de todos os testados pela CNT, Bolsonaro aparece com 20%, seguido de Marina com 12.8%, depois o Xuxú com 8,6% e depois Ciro com 8.1%.
Gaudência ignorou.

Gaudência afirma que Bolsonaro terá curto espaço de tempo na "mídia", dá para se ter idéia, não? Seja pelo anúncio da Inverta, seja por testículos bobos como este de Gaudêncio.
Gaudêncio pelo visto também, ignorou o que aconteceu no Império do Mal.

Gaudêncio também diz que Bolsonaro sofrerá forte bombardeio dos adversários. É mesmo? De quem, Gaudêncio?
De Alckmin atolado até o pescoço na Lava Jato? DeCiro Boquirroto Gomes e suas falcatruas e de seu irmão no Ceará? De Marina, a comunista disfarçada de anjinho do bem que frequenta e participa do Foro de São Paulo?

Não vou dizer que seja um caso de desonestidade intelectual de Gaudêncio Torquato, exposto neste texto.
É má fé mesmo.
Má fé de uma imprensa bandida cheia de comunistas safados que ajudaram na derrocada deste país, nas mãos da esquerda psicopata, escondendo as vagabundices de LuLLa, de Dilma e agora de Temer.

Essa gente vai ter que engolir Bolsonaro.
Por que não é essa imprensa bandida que vai definir a eleição, mas os eleitores consolidados de Bolsonaro.

Tchau, Gaudêncio!

A história pode ser uma fraude. Principalmente quando contada por quem dela não participou.

A história pode ser uma fraude. Principalmente quando contada por quem dela não participou.

Ainda como resultado das minhas andanças virtuais, me deparei com um texto na Veja que despertou em mim uma espécie de repulsa "histórica" porque vi a história sendo fraudada em vários dos seus aspectos para justificar uma teoria que se desmancha no ar quando a verdade da história é usada para confronto com a fraude que se pratica contra a própria história.
Pareceu meio enrolado não?
Mas sigamos.

O que é a história?
Ora é o relato de fatos corridos diante do passar do tempo. Deveria ser este relato totalmente fincado em provas documentais e testemunhais de quem viveu o momento a que designa chamar de HISTÓRIA.
Mas há, mesmo diante da devida comprovação, aqueles que se dedicam a fraudar o momento histórico em benefício de algo ou alguém.
Vejamos a "história" do socialismo.

Se contada pelo historiador "vermelho" a "história" do socialismo descreveria com exatidão um paraíso, um Édem, uma espécie de ilha da fantasia onde todas as coisas estariam rigorosamente em seus devidos lugares, comandados por líderes incontestáveis, verdadeiros deuses do bem estar geral.
Se contada por um conservador ou alguém da tal "direita" seria o inferno comandado por um Capeta maldoso e sanguinário, capaz das maiores atrocidades.
Diante desse quadro como buscar a verdade?
Ora, nos fatos, os mesmo fatos usados pelos socialistas, para dourar e romantizar uma história macabra. Êpa, sou direitista?
Assim bandidos e heróis se transmutam nas narrativas opostas.
Lênin seria um Gandhi. Fidel Castro seria um Franklin Delano Roosevelt e Maduro seria uma espécie de Margaret Tatcher de bigode.

A realidade no entanto desmente os historiadores romancistas da esquerda maldita.
Lênin não passou de mais um assassino socialista. Assim como Maduro, Fidel e Chaves.
As imagens reais dos medonhos montes de corpos expostos em praças públicas pelo soldados de Lênin são prova cabal de sua condição de assassino frio e calculista que usava a morte como meio de poder e de intimidação.
Há, portanto, que se ter cuidado diante da história.

Não me canso de repetir aqui que vivi todo o período militar. Sou um participante, espectador e ator daquele período da história do Brasil.
Quando começou o período militar eu estava com 11 anos e ajudava meu pai com a rede da legalidade de Brizola.
Quando terminou em 1985, eu estava com 32 anos.
E não fui, e tenho verdadeira honra disso, um mero espectador da cena. Eu também fui ator.
SOU TESTEMUNHA OCULAR, NÃO PASSIVA, daquele período da história do meu país.
Fui do Partido Comunista e descobri COM 16 ANOS DE IDADE, que aquilo era um lixo.
Eles formavam psicopatas dispostos a servirem de bucha de canhão para suas atividades terroristas que visavam transformar este país numa filial de Cuba.
Pulei fora.
Fui militar do exército e ali aprendi valores que carrego até hoje em minha vida.
A história do Regime Militar no meu país é parte integrante e importante da minha história.

Feitos tais esclarecimentos, necessários ao contexto deste texto, vamos ao que interessa.

Me deparei na Veja com um texto, bem escrito por sinal, por um sujeito escritor que se chama Maicon Tenfen. Uma fraude da história com palavras bonitinhas e bem organizadas.

Tenfem usa "algumas necessidades" que são atendidas pelos "mitos" que se criam em situações de completa descrença, para atacar Bolsonaro.

Diz ele em seu texto:

"Mitos são histórias que a humanidade conta a si mesma para dar sentido à existência. O Amor Eterno, a Justiça Divina e a Superação Heroica são exemplos de mitos constantemente reforçados no imaginário por narrativas inscritas em filmes, livros, canções, contos populares e obras de arte em geral. Dentre todos os mitos, um dos mais poderosos é o do Líder Supremo. É o tipo de história que aparece nos períodos de crise, de vácuo político e de descrença com as instituições. Os que se veem abandonados projetam as suas esperanças em algum herói que possa punir os impuros e reconduzir o povo à prosperidade. Pouco importa se o herói é um guerreiro como Aquiles ou um espertalhão como Ulisses. Se ele não possuir nenhuma dessas características, nós, afoitos e dedicados, teremos a capacidade de enxergar tudo o que há de bom naquele que elegemos como o representante da nossa causa. Depois desse auto-convencimento peremptório, seguiremos o Líder Supremo até o inferno. Dito isto, vamos aos fatos".

É verdade. Claro.
A técnica é usar o óbvio para provar, com o óbvio, que algo vai contra o óbvio e usa-se exemplos fartos para isso.
O dito cujo usou apenas dois exemplos antagônicos entre si.

Mas vou usar mais.
O que seria da Índia sem Mahatma Ghandi?
O que seria da França sem Napoleão Bonaparte?
O que seria dos Estados Unidos, depois da Grande Depressão e da Primeira Guerra Mundial sem Franklin Delano Roosevelt?
O que seria dos negros americanos sem Martin Luther King?
O que seria dos EUA pós fim da escravidão sem um Abraham Lincoln?
O que seria da mãe África Negra sem Nelson Mandela?
O que seria o mundo sem Jesus Cristo ou Buda?
E poderia ficar aqui citando muitos outros que mudaram a HISTÓRIA DE SEUS NAÇÕES.

Pode-se cometer erros? É óbvio que sim. Porém o êrro não é motivo fundamental para se dizer que seguir um líder seja algo que mereça ser criminalizado, uma espécie de erro sem perdão.
Não são poucos os casos, senhor Maicon Tenfer, em que a burrice coletiva, subliminarmente exposta em seu texto, erra na escolha de seu líder.

Sigamos.

Faz parte da técnica da fraude intelectual citar mais motivos para denegrir a figura de alguém.
Se usa isto com a finalidade de reforçar a tese principal. Sacou?
E aí, o escrevinhador literário parte para a segunda parte da fraude.
Vejamos o que ele escreve:


"Não deixa de ser preocupante que multidões de facebookers endossem as declarações de políticos e celebridades sobre a inexistência de uma ditadura militar brasileira no período 1964-85 (ou 68-78, vá lá, considerando a vigência do AI-5). Numa vergonhosa demonstração de má-fé, os apologistas da “ditabranda” ignoram a interrupção do voto direto, a censura prévia dos jornais (que não podiam denunciar casos de corrupção), o fim do habeas corpus e o poder presidencial de pôr em recesso as câmaras legislativas, inclusive estaduais e municipais. Se isso não foi ditadura, devemos tirar todos os jovens da escola e botá-los a estudar apenas nas redes sociais. Até então, reescrever a história recente do país era prerrogativa do PT, que tentou atribuir ao Governo Lula os direitos autorais do Plano Real. Do mesmo modo, boicotar eventos culturais e difamar as vozes divergentes era uma estratégia quase exclusiva dos movimentos de esquerda. Parece que boa parte dos que hoje se denominam liberais, conservadores ou “de direita” acha justo que as táticas do adversário sejam utilizadas em benefício próprio".

MÁ FÉ, AMIGO? De quem?
Vejamos.
Quando o REGIME MILITAR TERMINOU NO BRASIL, este senhor contava com apenas 10 anos de idade. Segundo sua autobiografia exposta na Wikipédia este senhor nasceu no dia 31 de dezembro de 1975 e o Regime findou em 85. Estava brincando de autorama.
Portanto, o que sabe, óbvio, se deve ao que leu e, pelo escreveu, leu quem não devia e ignorou quem deveria.
EU VIVI TODO O PERÍODO MILITAR E AFIRMO:

NÃO ERA DITADURA COISA NENHUMA.
Quem sentiu a mão pesada das forças armadas, merecia de alguma forma.
Meu pai ficou preso por 75 dias. E com razão. Conspirava, junto com Brizola e a turma de Goulart contra nossa democracia. Fato que ele mesmo reconheceu e se arrependeu profundamente.
Prometeu sossegar o rabo e foi solto pelos milicos e nunca mais foi parar no DOI-CODI.

Não vou repetir que estudei, me formei, participei de passeatas e o cacete a quatro e nunca, NUNQUINHA, fui preso.
Estávamos sim, em um regime plenamente justificado de EXCEÇÃO.
MENTIRA QUE TODOS OS JORNAIS FORAM CENSURADOS.
Basta consultar os arquivos de O Globo, Correio da Manhã, Jornal do Brasil e Estadão para ver que JORNALISTAS, não o jornal, eram censurados. ERAM COMUNISTAS, como são até hoje.
Achamos justo sim que as táticas da esquerda sejam usadas contra ela.
O Brasil, amigo, está se cansando de tomar porrada e ficar quieta, de se omitir, de não reagir às putarias que as esquerdas promovem neste país não é de hoje.

Sigamos.
E aí, ele chega, finalmente, no seu objetivo principal, depois de sacanear a história.
ATACAR BOLSONARO. Diz o ilustre fraudador da história:

"A roubalheira irrefreável da classe política fez com que o cenário nacional ficasse claro para muita gente: de um lado, Brasília; do outro, os brasileiros. Lá os nobres e os reizinhos encastelados na sem-vergonhice e na fartura; aqui os bobos trabalhando e pagando impostos. A pergunta, a resposta e a revolta são óbvias: o que os políticos irresponsáveis fizeram com a tal democracia? 
Usaram-na para roubar, roubar e roubar. 
Desse modo, a sensação de que “está tudo perdido” coloca os eleitores numa zona cinzenta de ceticismo que facilmente adquire toques de delírio. É o perigoso momento em que o mito do Líder Supremo começa a operar o imaginário coletivo. A lógica emocional desse raciocínio pressupõe que precisamos de alguém corajoso o bastante para acabar com a safadeza, alguém que represente os nossos anseios messiânicos de desforra, que possa fazer com que os vilões pereçam e seus seguidores sejam devolvidos à devida insignificância, alguém capaz de restaurar um tempo fantasioso em que os maus eram punidos e os justos recompensados, no caso o período da ditadura, com direito ao fechamento do Congresso ou até – por que não? – o extermínio físico dos bandidos que traíram o povo e vilipendiaram a nação. Esse devaneio mítico e vingativo – que tende a crescer nos próximos meses – entregou a Jair Bolsonaro o cetro do Líder Supremo.

Eis ai. A mistura bem organizada das premissas para tornar verdadeiras as conclusões.

Bolsonaro na visão deste iluminatti seria a escolha Hitler, a escolha Maduro, a escolha Chaves, a má escolha portanto.
Porque?
Porque nós, parte consciente da nação, estamos transformando Bolsonaro, com plenas e irrefutáveis razões, em líder e por que ele, de alguma forma, representa a ditadura.
Duas fraudes cretinas da história.
Engraçado que este sujeito nada fala de outros postulantes a líder.
Nada de LuLLa condenado. Nada do Tiririca 2.0 da Globo. Nada de Quincas Barbosa. Nada de Alckmin e seus 10 milhões. Nada de Maia e suas tramoias com a Odebrecht. Nada sobre Dória e seu apoio inescrupuloso ao Ladrão Temer. Nada contra o boquirroto Ciro Gomes.
Contra estes? Nada. A fraude da história seria desmascarada, não?

E ele termina com um conselho:

"Cada um que vote em quem quiser, essa é a beleza e a vantagem da democracia, um sistema sem o qual o próprio Bolsonaro – militar rebelde que foi – não teria condições de se candidatar. Portanto, caro leitor, se você é daqueles que gostam de relativizar ou glorificar a ditadura no Brasil, o melhor que tem a fazer é estudar um pouco de História".

KILINDINHO, NÃO?
Pois é.
É essa mesma democracia, fraudada na campanha da dona Dilma e do seu Aécio que talvez, quem sabe, pode consertar os erros que cometeu no passado votando em um ladrão chamado LuLLa, numa incompetente chamada Dilma.
Quanto ao "estudar um pouco de história" o desejo que este velhote tem é vê-lo voltar aos bancos da escola que, como dissemos no princípio deste texto, pode ser fraudada, principalmente se estudada em textos e livros de fraudadores profissionais da história, como, ao que tudo indica, ´seja o caso de seu texto.

VÁ ESTUDAR, Senhor Maicon Tefen.
Vá estudar, mas estudo direito.




Destaques da semana: Dom Gilmar JBS IIº.

Destaques da semana: Dom Gilmar JBS IIº.

Enfim, o reconhecimento!
Dom Gilmar Segundo é reconhecido pela quase totalidade da imprensa, seja ela bandida ou não.
Pelo seu notório saber jurídico? Não.
Por sua gigantesca capacidade de emitir votos memoráveis? Não.
Por sua incrível e determinada capacidade de criar novas jurisprudências? Não.

Então por que razão?

Pela sua capacidade suja de praticar falcatruas se beneficiando de sua condição de magistrado de corte superiores.

Este canalha estupra o código de ética da magistratura e a determinação do CNJ por ser o dono daquela sujeira chamada IDP, verdadeiro cofre de grana suja.
Este pulha superior quebra a decência do cargo que ocupa ao se valer de sua condição de ministro de tribunal superior para fazer transações financeiras para lá de suspeitas com tradicional banco brasileiro.
Este sem-vergonha se vendeu para a JBS na defesa criminosa do Caixa 2 mantido com dinheiro roubado de várias empresas públicas e de negócios escusos praticado por empresas privadas.
Este desgraçado, se valendo de sua condição de ministro, vende propriedades por preços exorbitantes para o governo de Mato Grosso.
Este cretino superior quebra a dignidade do cargo ao se associar aos bandidos poderosos da nação, livrando-os da devida punição, desobedecendo jurisprudência  da corte em que atua e enfiando no descrédito a justiça que deveria defender.

Mendes é a figuraça da semana.
Não só por seus atributos jurídicos, mas também pela safadeza com que atua valendo-se de seus atributos jurídicos.
A Revista Veja desta semana mostra o lado imundo deste senhor com a JBS.
A Revista IstoÉ completa a lama do safado mostrando processo em que se apura uma transação para lá de suja entre ele e o delator Sinval Barbosa, amigão do peito deste senhor.

Mendes é um lixo.
Se tivesse um pingo de vergonha na toga e nas fuças livrava o Brasil, os brasileiros e a justiça de sua nojenta permanência.
Não tem.
E vai continuar atuando assim até que alguém tenha coragem e capacidade constitucional de lhe dar um belo pé na toga e na bunda.


E o gravador, Joesley! Estava ligado?

E o gravador, Joesley! Estava ligado?

O Caipira da carne bovina resolveu fazer das conversas "republicanas" que mantinha com suas relações com delinquentes da política, um Big Brother que levou metade da república dos fascínoras à lona.

Liga gravador e pega o ladrão mineiro.
Entra furtivamente pelo calabouço do Planalto e pega o chefão da quadrilha pmdebista.
E tudo isso aconteceu no mês de março de 2017.

Joesley, em plena exibição de seu Big Brother, já com os trampos acertados com a PF e MP, esteve em ABRIL no IDP de Mendes, como prova imagem de câmera daquele lixo publicado pela VEJA.

Pergunta para Joesley, que deve ter vazado a coisa toda para a VEJA:

Joesley, e o gravador, estava ligadão?

Eu aposto que sim.


Quanta ingratidão, GUI!!!!

Quanta ingratidão, GUI!!!!

Joesley e sua JBS não é uma arte acabada somente do petismo ladrão.
O fantástico crescimento dele e de suas empresas é uma obra puramente democrática criada com as muitas mãos que a Operação Lava Jato demonstrou.

Tem de tudo e para todos os gostos. De tucanos a demistas. De governadores e prefeitos a presidente.
De juiz mequetrefe a juizão superior.

Até abrir a fossa em que chafurdava com seus amiguinhos de ocasião, Joesley era uma figuraça.
Bastou abrir a latrina e passou a ser visto como a encarnação vida do Capeta nesta Terra brasilis. De parceiro amigão nas negociatas feitas no escurinho da clandestinidade amiga, a dedo duro que merece ser execrado e enjaulado para ficar de bico calado, perdendo toda a credinilidade que tinha com os bandidaços da nação.

Vejam quanta ingratidão dessa gente sem coração.

O ladrão mineiro até prometeu matar o próprio primo se ele abrisse o bico pela transação escusa que tratava com o até então queridinho caipira da carne bovina.
Bastou que a conversa chegasse aos ouvidos do distinto público para que Joesley, nas palavras do ladrão mineiro, passasse a ser "um criminoso confesso de mais de 200 crimes”.

Vejam outro caso emblemático.

O GUI (leia-se GILMAR MENDES) era um parceiro de longa data dos Joesleys e da JBS. Após o Big Brother do Caipira, GUI passa a ser um dos principais carrascos do moço da carne bovina.
GUI solta todo mundo, menos os irmãos Batistas.
Lutou e ainda luta para que a delação dos empresários bovinos seja cancelada.

O GUI É UM INGRATINHO MALVADINHO.

Os bois do GUI foram comprados pela JBS por um preço digno dos bois do Renan e da família Picciani. Mas Joesley agora não presta.
O IDP do GUI meteu a mão em milhões dos cofres da JBS. Mas Joesley é agora, para GUI, um empresário ladrão que merece continuar preso ao contrário do Zé que GUI pôs na rua e que agora ameaça uma guerra contra a condenação do safado mor da nação.

GUI gozava do privilégio de fraterna amizade com Joesley.
Segundo diz a VEJA desta semana até  tratava com ele de assuntos jurídicos como se o caipira da carne fosse uma sumidade alemã do direito.
Segundo ainda a VEJA, toda a grana que GUI surripiava da JBS e que deveria ir para a fajutagem do IDP, parava no caixa pessoal do GUI.

O GUI É UM INGRATINHO MALVADINHO.

O GUI, segundo a VEJA, TINHA ATÉ PROJETOS COMUNS (????????) COM O EMPRESÁRIO BOVINO.
Dá para se imaginar que projetos seriam estes, não?

Me arrisco a dizer que a relação GUIxJOESLEY é como relação com prostituta.
Profissional, a prostituta, por ética, não revela a safadeza que faz com seu cliente.
Em troca o cliente enche a prostituta de babilaques e de grana.

Te pergunto:

Nesta relação promíscua GUIxJÔ que é a puta, ou melhor, a PROSTITUTA?


Gostaria de aprender este milagre.

Gostaria de aprender este milagre.

A Veja desta semana tocou numa ferida profunda, escondida e que está sendo tratada com unguentos indígenas ou aquelas milagrosas receitas da vovó para machucados oriundos das nossas estrepolias.

A CLASSE DE ADVOGADOS MILIONÁRIOS QUE SURGIU NO BRASIL APÓS A OPERAÇÃO LAVA JATO.

Me pulula na cachola algumas perguntas. Vejamos algumas delas.

1) Como um sujeito preso, com todos os bens bloqueados pela justiça, consegue pagar um famosão destes que cobra honorários de 8 milhões?

2) Como um senador da república, que ganha pouco mais de 33 mil, consegue pagar honorários de mais de 8 milhões para um advogado estrela?

3) Como um deputado federal, que ganha pouco mais de 33 mil, consegue pagar a advocacia de um estrela pós-lava jato que cobra 6 milhões de honorários?

4) Como um presidente da república, que ganha o mesmo que um ministro da Suprema Porcaria, consegue pagar um ilustre da "New legal Constellation" que cobra 6 milhões de honorários?

A única resposta que me passa pela cachola é que estas sumidades do mundo jurídico recebem honorários da grana que foi surrupiada do povo brasileiro e que ainda está escondida em bunkers como aquele do Geddel. A não ser que estes encrencados estejam reproduzindo o milagre da multiplicação dos pães (leia-se grana) realizado por Jesus, o filho do criador, por que OPEN SOURCE eles não dão nem mesmo BOM DIA para a ralé.

Essa turma de estrelas deveria passar por uma devassa na grana que jorra em seus abarrotados cofres, assim como foi feito no caso dos marqueteiros famosos e seus caixas dois da marquetagem xinfrim.

Ai leio no Antagonista uma cartinha de Roberto Podval, conhecido no meio jurídico como "Advogado do Diabo".
Na cartinha chorosa diz o seguinte em determinado trecho:

"Aliás, a grande maioria dos colegas, assim como este subscritor, se dedicam diuturnamente à realização de trabalho voluntário, com o mesmo afinco com que se dedicam aos clientes que pagam honorários. Vemos o direito penal como paixão e não como meio de obtenção de lucro fácil."

Desgraçadamente, ao ler o chororô de Podval, após lembrar alguns de seus clientes ( Kia Joorabchian, acusado de ser “laranja’ ou administrador de recursos da Máfia Russa, Sombra, acusado de matar o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, Farah Jorge Farah, acusado de matar e esquartejar pacientes, o casal Nardoni e Zé Dirceu ), o diabinho que ocupa cadeira cativa ao lado do meu pescocinho no ombro direito me lasca o desejo de saber quantas benemerências, OPEN SOURCE, este" consciente, desprendido, verdadeiro São Francisco de Assis faz atualmente?

Vamos, Podval, satisfaça nossos diabólicos desejos.

PS.: Quase me debulhei em lágrimas com sua cartinha.


Reinaldão PHAzevedo cai em grampo e sai da Veja.

Reinaldão PHAzevedo cai em grampo e sai da Veja.

Que Reinaldão PHAzevedo conspira, não é de hoje, contra a operação Lava Jato, não é novidade para ninguém.
Principalmente depois que tucanos ilustres caíram em desgraça pela roubalheira que praticaram.

Agora a coisa ficou às claras. Andrea Neves, grampeada, troca figurinhas com o Paulo Henrique Amorim versão tucana, escondido na Veja.
Pede, inclusive, subsídios para incriminar Janot como candidato ou ao governo ou à presidência.

Diz PHAzevedo:

Reinaldo Azevedo - Ôxi.. fiquei sabendo que está tendo conversas. Eu só preciso ter gente que endosse isso de algum jeito. Ter um pouco mais de elementos concretos. Que ele está, está. Presidência talvez não, mas o governo de Minas, sim.

E ainda tenta falsificar sua fonte:

Reinaldo Azevedo - Eu vou ter de entrar nessa história porque já haviam me enchido o saco. Vou entrar evidentemente com o meu texto e não com o deles. Pergunto: essas questões que você levantou para mim, posso colocar como se fosse resposta do Aécio?

Coisa suja. Nojenta.

E podes acreditar. Deve ter coisas mais nojentas ainda deste senhor, outrora competente defensor do VERDADEIRO ESTADO DE DIREITO e que agora se porta como advogado de bandidos.

Reinaldão PHAzevedo pediu demissão da revista. É o mínimo que poderia fazer depois de falar de quem lhe paga.