Mostrando postagens com marcador MBL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MBL. Mostrar todas as postagens
Kin "Cataguri" faz beicinho por causa de Bolsonaro.

Kin "Cataguri" faz beicinho por causa de Bolsonaro.

Coerente, não?
Revejam a imagem desta postagem.

A mosca azul cagou nos miolos destes guris.

O bostinha e seu coleguinha Fernandinho Rói o Day, que se juntaram com Temer, o ladrão presidencial, e sua quadrilha e baba o saco de um sujeito como Mendes, não pode mesmo estar ao lado de Bolsonaro.

SAIAM, SATANAZES!

O inferno pmdebista lhes aguarda de braços e Rói Day abertos.


Kim Patarroca KataGUI, Fernando Hollibosta e GUI: SEMPRE QUE PRECISAR, ESTAREMOS AJOELHADOS.

Kim Patarroca KataGUI, Fernando Hollibosta e GUI: SEMPRE QUE PRECISAR, ESTAREMOS AJOELHADOS.

Você entra no site do MBL e dá de cara com uma bela frase de efeito que diz:

"NÓS SOMOS O MBL, SEMPRE QUE PRECISAR, ESTAREMOS LÁ."
Hummmmmm!

Ser velho nos impõe algumas precauções. A velhice não nos permite correr tresloucadamente. Se sabemos disso, não corremos. No máximo, andamos depressa. Mas não corremos.

O MBL, junto com o VEM PRA RUA e o REVOLTADOS ONLINE foram responsáveis quase direto por levar para as ruas multidões que terminaram por levar ao impeachment daquela anta ordinária que nos governava. Ok. Maravilha.

Tenho por norma me preocupar com o depois.

Nos movimentos pacíficos do REGIME MILITAR queríamos democracia. Não a qualquer custo, mas uma democracia de verdade.
Vibramos com a eleição de Tancredo. Choramos sua morte "prematura" e fomos para as ruas com a posse do nojento Sarney, após a suspeita morte do político mineiro.

O MBL, desta duas figuraças do título, ao que parece, se sentiu plenamente realizada com a posse do ladrão Temer. E isso fica patente ao se enfiar na lama produzida por Mendes, símbolo máximo, junto com o ladrão presidencial, da repulsa de muitos brasileiros.

Não ando com bandidos. Gente de bem não anda com bandidos, mesmo que seja ele um outrora amigo.
Essa é premissa de GENTE DE BEM.

A foto abaixo não condiz que a bela e cheia de efeito frase do site do MBL, citada acima.

Tirar selfs ao lado do sujeito, que faz de tudo para destruir a moralização desta nação, deveria envergonhar estes dois sujeitos.
Mas, lamentávelmente, não envergonha.
Pelo contrário.
Alunos do bunker de grana fácil do execrável jurista (sabe-se lá como entraram) parecem estar pagando pela primazia.

Vocês são nojentos, guris!




Caso Santander. Ainda bem.

Caso Santander. Ainda bem.

Já disse várias vezes, no extinto GENTE DECENTE e aqui também.

TENHO VÁRIOS AMIGOS VIADOS E VÁRIAS AMIGAS QUE GOSTAM DE BANCAR OS HOMENZINHOS, E TODOS ELES SABEM DAS MINHAS POSIÇÕES SOBRE O ASSUNTO.

NÃO DISCRIMINO, MAS NÃO ACEITO. NÃO CONCORDO.
E esse é um direito que me é garantido pela Lei e, muito mais, por meus princípios.

Esta semana teve um buchicho danado sobre uma exposição de "arte" exposta no Museu do Santander Cultural no Rio Grande do Sul. Vi 36 fotos do que ali foi exposto e estou, até agora, procurando a tal de "arte".
O que vi é um troço asqueroso, nojento e criminoso que pode ser chamado de tudo, menos de arte.
É mais uma tentativa dos grupos LGBT e afins de tentar vender a imagem de que ser viado, lésbica ou qualquer outra porcaria destas é algo normal e que, portanto, deve ser engolido por todos, inclusive os que são contra, sem chiadeira.

Durante a visita do papa bundão vermelho, duas execráveis figuras patrocinaram atos vergonhosos, simularam sexo com imagens sacras e nem sequer foram presos.

Nas novelas da Globo a coisa é endeusada com requintes sofisticados, carregadas de muito glamour para fazer crer que eles estão certinhos da silva e nós os erradinhos que devem permanecer calados.

Pois bem.
Houve revolta no caso do Museu do Santander e a palhaçada foi encerrada.

Faço questão de colocar o que disse Fernando Holiday do MBL, gay assumido, sobre o assunto.
Desde já, dou meus parabéns ao Holiday que, em outras palavras, diz exatamente o que penso.
Se os movimentos gays querem o respeito daqueles que discordam, estes movimentos tem que aprender a respeitar o direito dos que discordam.
Simples assim.