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Mais uma nas mãos de Moro, LuLLa.

Mais uma nas mãos de Moro, LuLLa.

Mais uma vez o Cafajeste do Palanque vai ter que se ver com Sérgio Moro e com os meninos de Curitiba.

Vai chegar nas mãos das "crianças de Curitiba" a encrencada relação de LuLLa com Cuba através da Odebrecht, usando o BNDES para suas falcatruas.

LuLLa terá mais uma oportunidade de mostrar sua "inocência" para a meninada de Curitiba.

Vai lá, Cachaça!!!!!!
Lamentável, sob todos os aspectos, o editorial do Estadão.

Lamentável, sob todos os aspectos, o editorial do Estadão.

Sob o título "A culpa do ‘sistema’" o sempre tão isento Estadão solta um editorial lamentável onde, de forma canalha, deturpa completamente o que foi dito por Deltan Dallagnol sobre o momento política atual.

Diz o editorial vagabundo que "Dallagnol, em sua reiterada imprudência, infelizmente comum a alguns de seus pares, dá tratamento isonômico a todos os políticos citados nas delações premiadas. Para ele, são todos corruptos, e na mesma medida. Os políticos que receberam doações eleitorais qualificadas pelos delatores como “propina” são colocados no mesmo nível dos meliantes que elaboraram um plano de assalto bilionário aos cofres da Petrobrás e de outras estatais e entidades públicas durante os governos lulopetistas."

Quem assistiu à entrevista dada por Deltan, e eu ouvi na íntegra a entrevista de Deltan para a CBN, entendeu a preocupação correta de Deltan sobre o que estamos vivendo.
Em momento algum das entrevistas o procurador igualou os bandidos e seus crimes, mas falou da roubalheira de políticos que usaram de seu cargo e de sua influência para arrancar grana de empresas, grana esta que, obviamente, não foi retirada de seu caixa oficial.

Os diálogos e testemunhos que temos ouvido e assistido até agora, incluindo a noda delação da JBS dão a exata noção da política que se praticava nos bastidores sujos do poder que, como ninguém, o Estadão deveria, por obrigação jornalística, investigar.

É nojento ver o Estadão se comportando com o mesmo tipo de jornalismo praticado por outros jornalões que estão se esmerando na tarefa de desmerecer o excelente trabalho que até aqui tem sido feito pela Operação Lava Jato.

Prova deste trabalho é o rol de acusações que estão feitas pela Operação contra os políticos flagrados em falcatruas separando o bandido contumaz do bandidinho de ocasião. Isto é, separando aquele que ajudou e se beneficiou do roubo, daquele bandidinho que cometeu o levinho crime de Caixa 2.

Vergonha Estadão.

Vergonha quando se vê que inúmeras manchetes de furos do próprio jornal, corroboraram e ainda corroboram as palavras de Deltan.
Ou será que o editorialista autor deste lixo não lê o próprio jornal em que publica seus lixos?


A BRINCADEIRA SENIL DE MENDES. DESMORALIZADO!!!!!!

A BRINCADEIRA SENIL DE MENDES. DESMORALIZADO!!!!!!

Mendes está em guerra declarada contra a Lava Jato e faz isso para, no futuro, ter base para defender seus bandidos, quiçá a si mesmo.
Repito: Algo me diz que ele vai aparecer ou já apareceu em alguma delação.

Deltan, no face, desmoralizou os três salafrários da suprema porcaria.
Vou reproduzir aqui na íntegra a desmoralização públicos dos supremos abilolados.

A incoerente soltura de José Dirceu pelo Supremo
O que mais chama a atenção, hoje, é que a mesma maioria da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal que hoje soltou José Dirceu – Ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski – votaram para manter presas pessoas em situação de menor gravidade, nos últimos seis meses.
A história de Delano Parente
O ex-prefeito Delano Parente não teve a mesma sorte de José Dirceu. Ele foi acusado por corrupção, lavagem e organização criminosa. São os mesmos crimes de Dirceu, mas praticados em menor vulto e por menos tempo. Foram 17 milhões de reais, entre 2013 e 2015, quando Dirceu é acusado do desvio de mais de 19 milhões, entre 2007 e 2014, sem contar o Mensalão. O âmbito de influência de Delano era bem menor do que o de Dirceu. Chefiou o pequeno Município de 8.618 habitantes do interior do Piauí, Redenção do Gurgueia. Na data do julgamento no Supremo, em 7 de fevereiro de 2017, nem mais prefeito era. Contudo, todos os integrantes da 2ª Turma entenderam que sua prisão era inafastável. A decisão de prisão original estava assentada na prática habitual e reiterada de crimes.
O Ministro Dias Toffoli afirmou: “O Supremo Tribunal Federal já assentou o entendimento de que é legítima a tutela cautelar que tenha por fim resguardar a ordem pública quando evidenciada a necessidade de se interromper ou diminuir a atuação de integrantes de organização criminosa.”
A prisão de Thiago Poeta
Preso aparentemente há mais de 2 anos (mais tempo do que José Dirceu), Thiago Maurício Sá Pereira, conhecido como “Thiago Poeta”, também não teve a sorte de Dirceu em julgamento de março deste ano. Ele reiterou a prática de crimes de tráfico em diferentes lugares e foi preso com 162 gramas de cocaína e 10 gramas de maconha, além de alguns materiais que podem ser usados para manipular drogas. Sua pena foi menor do que a de Dirceu, 17 anos e 6 meses – a de Dirceu, só na Lava Jato, supera 30 anos, sem contar a nova denúncia. Contudo, para Thiago, não houve leniência. Todos os ministros da 2ª Turma votaram pela manutenção da prisão.
O Ministro Gilmar Mendes assim se pronunciou: “Por oportuno, destaco precedentes desta Corte, no sentido de ser idônea a prisão decretada para resguardo da ordem pública considerada a gravidade concreta do crime”. E seguiu dizendo que “Ademais, permanecendo o paciente custodiado durante a instrução criminal, tendo, inclusive, o Juízo entendido por sua manutenção no cárcere, ao proferir sentença condenatória, em razão da presença incólume dos requisitos previstos no art. 312 do CPP, não deve ser revogada a prisão cautelar se não houver alteração fática apta a autorizar-lhe a devolução do status libertatis .” Essas colocações também serviriam, aparentemente em cheio, para manter José Dirceu preso, com a ressalva de que a situação de Dirceu é mais grave.
O caso de Alef Saraiva
Alef Gustavo Silva Saraiva, réu primário, foi encontrado com menos de 150 gramas de cocaína e maconha. Após quase um ano preso, seu habeas corpus chegou ao Supremo. Em dezembro de 2016, a prisão foi mantida por quatro votos, ausente o Ministro Gilmar Mendes, em razão da “gravidade do crime”.
O Ministro Ricardo Lewandowski foi assertivo na necessidade de prisão de Alef: “Com efeito, há farta jurisprudência desta Corte, em ambas as Turmas, no sentido de que a gravidade in concreto do delito ante o modus operandi empregado e a quantidade de droga apreendida - no caso, 130 invólucros plásticos e 59 microtubos de cocaína, pesando um total de 87,90 gramas, e 3 invólucros plásticos de maconha, pesando um total de 44,10 gramas (apreendidas juntamente com anotações referentes ao tráfico e certa quantia em dinheiro), permitem concluir pela periculosidade social do paciente e pela consequente presença dos requisitos autorizadores da prisão cautelar elencados no art. 312 do CPP, em especial para garantia da ordem pública.”
Conclusão
Diz-se que o tráfico de drogas gera mortes indiretas. Ora, a corrupção também. A grande corrupção e o tráfico matam igualmente. Enquanto o tráfico se associa à violência barulhenta, a corrupção mata pela falta de remédios, por buracos em estradas e pela pobreza. Enquanto o tráfico ocupa territórios, a corrupção ocupa o poder e captura o Estado, disfarçando-se de uma capa de falsa legitimidade para lesar aqueles de quem deveria cuidar. A mudança do cenário, dos morros para gabinetes requintados, não muda a realidade sangrenta da corrupção. Gostaria de poder entender o tratamento diferenciado que recebeu José Dirceu, quando comparado aos casos acima.
O Supremo Tribunal Federal é a mais alta Corte do país. É nela que os cidadãos depositam sua esperança, assim como os procuradores da Lava Jato. Confiamos na Justiça e, naturalmente, que julgará com coerência, tratando da mesma forma casos semelhantes. Hoje, contudo, essas esperanças foram frustradas. Mais ainda, fica um receio. Na Lava Jato, os políticos Pedro Correa, André Vargas e Luiz Argolo estão presos desde abril de 2015, assim como João Vaccari Neto. Marcelo Odebrecht desde junho de 2015. Os ex-Diretores Renato Duque e Jorge Zelada desde março e julho de 2015. Todos há mais tempo do que José Dirceu. Isso porque sua liberdade representa um risco real à sociedade. A prisão é um remédio amargo, mas necessário, para proteger a sociedade contra o risco de recidiva, ou mesmo avanço, da perigosa doença exposta pela Lava Jato.
Fontes dos casos: HCs 138.937 (Delano Parente), 139.585 (Thiago Poeta) e 135.393 (Alef Saraiva).