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O transgenerismo é uma doença que, como tal, deve ser tratada.

O transgenerismo é uma doença que, como tal, deve ser tratada.

Em postagem anterior publicamos um vídeo com a renomada pediatra americana Michelle Cretella que considera CASTRAÇÃO QUÍMICA a cirurgia de mudança de sexo em crianças "supostamente" transgêneras.

Para a médica o transgenerismo trata como doença a puberdade, considerada vital para o amadurecimento humano, seja biológico, seja mental ou comportamental.

Hoje  trago mais uma opinião sobre esta nojeira chamada de transgenerismo.
Trata-se do Dr. Paul R. McHugh, ex-psiquiatra chefe do Hospital Johns Hopkins e atualmente Professor Ilustre de Psiquiatria do mesmo hospital.

O Dr Paul considera o transgenerismo como uma "perturbação mental" que merece tratamento condizente, pois a mudança de sexo é biológica mente impossível. Neste caso, diz o ilustre professor, a cirurgia de mudança de sexo promove não o aumento do transtorno mental, mas também incentivando mais pais a fazerem a cirurgia em seus filhos somente por que "acham" que o seu menino é uma menininha ou se comporta como tal.

O Dr. Paul R. McHugh já publicou 6 livros  e mais de 125 artigos médicos sobre o assunto e o texto referido nesta postagem foi publicado no Wall Street Journal e pode ser lido AQUI em inglês.

No artigo o professor diz que a cirurgia de mudança de sexo não é a solução adequada para pessoas, leia-se crianças, que apresentam "transtornos de suposições".

Ele também relata estudos que atestam que a taxa de suicídio entre pessoas, leia-se crianças, é 20 maior entre os que fizeram a cirurgia e os que não fizeram.
Cita estudos realizados pela Universidade de Vanderbilt e da Clínica de Portman, ambos em Londres, que afirma que 70% a 80% dos que não fizeram cirurgia de mudança de sexo, o "transtorno", perderam de forma espontânea os tais "sentimentos transexuais".

Em seu artigo o professor da uma definição exemplarmente simples que derruba, completamente, a ideologia de gênero.
As pessoas, leia-se crianças, que se submetem à cirurgia de mudança de sexo, POR DESEJOS DE SEUS PAIS, não se tornam mulheres (no caso de meninos) ou homens (no caso e meninas).
Elas se transformam em homens feminizados ou mulheres masculinizadas.

NA MOSCA!

Recorrendo-se à velha e surrada biologia onde menino é XX e menina é XY.
Nenhuma cirurgia de mudança de sexo pode mudar esta realidade biológica dos seres humanos.

Somente a natureza pode, RARAMENTE, mudar esta perpétua classificação, dando origem aos casos de hermafroditismo e, mesmo nestes casos, a natureza nos dá condições e aos médicos que se deparam com o problema, saber qual dos dois sexos é predominante em um caso, RARO, de hermafroditismo.

O que sai fora deste contexto é, como disse a Doutora Michelle e como dia agora o Dr Paul, CASTRAÇÃO QUÍMICA que dá origem à uma aberração.




IDEOLOGIA DE GÊNERO É CASTRAÇÃO QUÍMICA.

IDEOLOGIA DE GÊNERO É CASTRAÇÃO QUÍMICA.

A nefasta ideologia de gênero tem que ser combatida até ferozmente, se possível.
Trata-se de um crime sem precedentes contra crianças.

Estudos comprovam que mais da metade das crianças que passaram pelo criminoso processo de transformação de seu sexo mostram-se insatisfeitas com sua condição atual e desejam voltar à origem de seu nascimento.

Agora achei interessantíssimo o vídeo que vai abaixo e faz uma abordagem extremamente coerente com este crime que se pratica contra crianças que, na grande maioria dos casos, reflete o desejo dos pais.

No vídeo a médica pediatra Michelle Cretella trata como CASTRAÇÃO QUÍMICA a mudança sexual proposta pela nefasta e criminosa ideologia de gênero.

Assistam ( o vídeo tem a tradução do site TRADUTORES DA DIREITA )


Justa indignação.

Justa indignação.

No Brasil atual passou a ser quase uma obrigação ou ser um viado ou sapatão ou ainda, aceitar passivamente as absurdas teorias, tais como a de gênero, formuladas pelas esquerdas psicopatas como se fossem fatos consumados e passíveis de criminalização dos que "ousam" discordar das "pobres e indefesas vítimas" de uma sociedade preconceituosa.

Daí que uma afirmação contundente de um ministro de corte superior, no caso o STJ, soa como alento. Ou deveria ser assim.
Disse João Otávio de Noronha:

"Hoje o nosso juiz constitucional não pode ser pautado pelas minorias só. Aliás, eu já vi que eu quero meus privilégios porque o heterossexual agora está virando minoria no Brasil. Não tem mais direito nenhum....
....para quem está solteiro, é preciso ter “cuidado” na hora de ir em frente em um namoro, “porque você pode ter amanhã vínculo jurídico que você não tinha desejado...
.....E se fizer declaração de que é só namorado, tem ministro, tem juiz, que diz que isso não vale. Que não expressa a vontade real".

No entanto, até mesmo PARA UM JUIZ DE CORTE SUPERIOR a patrulha de uma minoria barulhenta consegue fazer com que ele pegue a sua JUSTA INDIGNAÇÃO, já que ela é a indignação de milhões de brasileiros, maioria, e enfie debaixo da toga.

Horas depois de ter dito uma destas verdades que se pode chamar de verdade verdadeira, o ministro, arrependido, alegou ser apenas uma "brincadeira".
Lamentável.

Estes grupelhos exigem de nós respeito, mas desrespeitam nossas crenças, desrespeitam nosso direito de educar nossos filhos à nossa maneira discordante, agridem nossas crianças com exposição de "arte", que arte não é, expondo os nossos pequenos estudantes às tais cartilhas do politicamente correto e ainda querem nos obrigar a aceitar aquilo que não aceitamos.

EU TENHO O DIREITO CONSTITUCIONAL DE NÃO QUERER UM FILHO GAY OU UMA FILHA SAPATÃO.

EU TENHO O DIREITO DE NÃO QUERER QUE, NA ESCOLA, MEU FILHO NÃO SEJA TORPEADO POR TEORIAS COM AS QUAIS NÃO CONCORDO. Escola traz CONHECIMENTOS, educação VEM DA FAMÍLIA.

É uma pena que o ministro tenha feito uma assertiva tão correta e tenha dela se arrependido.
Mostra que a justiça, medrosa, prevaleça para uma minoria e não proteja, COM ISENÇÃO, a maioria que está sendo criminalizada por apenas discordar.

Patrulha o KCT, El Pais!

Patrulha o KCT, El Pais!

Uma turma do Colégio Pinheiro Guimarães decidiu montar uma barraca em tradicional feira que acontece na escola para discutir a famigerada identidade de gênero.
Dentre os requisitos se pedia que os meninos da turma fosse com bato e camisinha rosa.

A mãe de um dos alunos, QUE RECLAMOU EM CASA DA IMPOSIÇÃO, berrou e muito.
A coisa foi parar no face de Bolsonaro.
A mãe, revoltada, disse que seu "filho não participaria de uma nojeira destas".

Este famigerado jornal El País, que vez por outra se intromete de forma indevida em assuntos nacionais e se preocupa de menos com o que acontece em seu próprio país, classificou os pais que se revoltaram com predicados tais como patrulha, juizes da moral alheia e fiscais dos bons costumes.

Ora, o próprio jornal se coloca como fiscal da moral alheia ao recriminar quem discorda, DIREITO CONSTITUCIONAL, desta porcaria que está sendo jogada na cabeça ainda vazia de crianças de 12 anos.
O próprio jornal se coloca como voz da patrulha dos que defendem, SEM EXPLICAÇÕES CIENTÍFICAS, esta aberração da ideologia de gênero.

O próprio jornal se coloca como fiscal dos que discordam da verdadeira lavagem cerebral a que estão sendo submetidas crianças de pouquíssima idade, cuja capacidade de discernimento é precária ou não existe.

A sociedade Brasileira de Medicina está profundamente preocupada com o número de crianças que praticaram a mudança de sexo e, hoje, se mostram arrependidas do que fizeram.
Eu pergunto:

E agora?
Vão conseguir colocar o pintinho no lugar quando a produção de hormônios exige a presença do pintinho no seu lugar?
Como ficará a cabeça desta criança ao tirar os peitinhos de silicone, mas descobrir que o pintinho não voltará mais?
Como ficará a cabecinha da menina que arrancou os peitinhos e agora deseja tê-los de volta por estar arrependida?

Com certeza a dona MARÍA MARTÍ, reporter do El País deve ter as devidas respostas para as perguntas feitas.

Arrependidos 1

Arrependidos 2

Arrependidos 3

Enquanto os que discordam apresentam FATOS, os que concordam apresentam teorias.