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A patética mediocridade de Bolívar Lamounier, o "cientista político" tucano.

A patética mediocridade de Bolívar Lamounier, o "cientista político" tucano.

Neste final de ano andei dando uma lida no que me passava pelas ventas.
Me deparei com os absurdos de sempre, sempre que fuço esta imprensa de merda que temos.
Há de tudo um pouco. Você encontra desde o lixo malcheiroso produzido pelos imbecis de sempre, até o lixo floreado, adocicado pelo romantismo cretino ou pela má fé intelectual.

O "Cientista Político" no Brasil age como matemático que se vale da exatidão dos números, mas analisando fatos que são como nuvens, como diria o velho Ulysses. "Uma hora você está de uma forma. Olha de novo, está de outra".
São Mães Dinah do fato político futuro, como se ele pudesse ser previsto, como se prevê, por exemplo, as raízes de uma equação do 2º grau, cujas raízes podem ser conhecidas sem que se tenha que desenvolver a fórmula padrão.

Sigamos.

Li no El País, um jornaleco estrangeiro que insiste em se meter em assuntos internos deste país, uma entrevista do "consagrado cientista político-tucano Bolívar Lamounier" onde ele classifica como de uma "patética mediocridade" o quadro político atual em relação à eleição presidencial deste ano.
OK.
Realmente há aspectos patéticos e medíocres na presente situação.
A candidatura de LuLLa é, sem dúvida, a maior de todas. Não para o cientólogo Mãe Dinah dos tucanos.
Ficam fora desta patetice medíocre que ele enxerga o seu candidato tucano, claro, mas também LuLLa.
É PATÉTICO. É MEDÍOCRE.

Como é PATÉTICO E MEDÍOCRE que seu candidato tucano tente se escorar na fama do homem verde da Globo, para tentar aumentar o número de idiotas que pensam em votar em tucanos.
FHC, como dissemos, já está pulando fora do barco o que reflete, nua e cruamente, que a ciência política é quase uma fraude da forma como ela é exercida neste país de bosta.

Bolívar diz na entrevista que o quadro político atual é pior do que o de 1989.
Sugiro a você que faça uma comparação. Eis a lista dos candidatos daquele ano:


AFFONSO CAMARGO - AFIF - AURELIANO CHAVES - BRIZOLA - CELSO BRANT - COLLOR - CORREA - ENEAS - EUDES MATTAR - GABEIRA - LIVIA MARIA - LULA MALUF - MANOEL HORTA - MARIO COVAS - MARRONZINHO - P. G. - PEDREIRA ROBERTO FREIRE - RONALDO CAIADO - ULYSSES GUIMARÃES - ZAMIR

Sinceramente, dá para comparar?

Mas aí vem a justificativa da "patética mediocridade" e o nome dela é BOLSONARO.

Claro, não?

Diz eLLe sobre o "capitão do exército":


"Veja o caso de Jair Bolsonaro. Pessoalmente, não creio que sua candidatura decole, mas se o grau de pulverização for muito forte, ele poderá passar ao segundo turno. Trata-se de um militar estacionado no posto de capitão, político há 29 anos, que nunca fez nada relevante. Por enquanto, ele aparece com bons percentuais nas pesquisas de intenção de voto, mas isso é apenas um reflexo da situação crítica que o país está vivendo. Milhões de eleitores procuram uma cara nova, outros acreditam que um militar, só por ser militar, teria capacidade de pôr ordem na casa".

Viram só?
Vamos destrinchar este defunto usando a consagrada técnica do "médico" Jack Estripador.

Bolívar desmerece a patente de Bolsonaro, esquecendo-se de que ninguém chega ao posto de Capitão sem merecimentos e estudos.
Não é assim que funciona. Há vários e difíceis degraus para se chegar ao posto de Capitão de um exigente Exército.
Antes de ser Capitão o militar OBRIGATORIAMENTE passa pelos postos:

CADETE - ASPIRANTE A OFICIAL - TERCEIRO TENENTE - SEGUNDO TENENTE - PRIMEIRO TENENTE e, por fim, CAPITÃO.
Se a patetice e a mediocridade de Bolívar lhe permitisse consultar o que diz o PRÓPRIO EXÉRCITO SOBRE O POSTO DE CAPITÃO, ele saberia que:

"Patente super respeitada no exército. O capitão se torna instrutor de algum departamento e assim começa sua caça á “talentos”".
Quer desenho, Bolívar?

Vamos adiante.
A patetice de Bolívar faz com que ele esconda, ou por má fé, ou ignorância, que a um militar não é permitido ser político e militar ao mesmo tempo.
BOLSONARO NÃO ESTACIONOU NO POSTO DE CAPITÃO.
Ele abriu mão do posto para ser político.
Se todo político ladrão abrisse mão do posto de ladrão, como o ladrão mineiro por exemplo, a política seria um mar de rosas, não, Bolívar?
Valeria também para Alckmin e seus 10 milhões da Odebrecht.
Mas não. Para Bolívar, Alckmin e LuLLa são "exceções".

Sigamos.
Para Bolívar Bolsonaro nunca fez nada de relevante. Talvez, para Bolívar, Bolsonaro teria que estar enfiado em alguma falcatrua braba para ser considerado um feitor de algo relevante. Talvez tivesse que enfiar a mão na grana da víuva, para ser melhor classificado pelos "cientistas políticos" como Lamounier.
Por má fé, mais uma vez, Bolívar não levantou a vida parlamentar de Bolsonaro.
Veja, Bolívar:

Bolívar: 171 projetos. 2 aprovadas.
Todos nós conhecemos o "lado político" de Bolsonaro em um legislativo repleto de ladrões e psicopatas vermelhos.
Agora veja o senhor Aécio em 4 anos de mandato:
0 ( ZERO) Bolívar. Zero. Mas roubou feito criança.
Essa a grande diferença, Senhor Bolívar.

Bolsonaro pode ser recriminado por suas opiniões. Há quem discorde. Mas o que ele não é ladrão e convenhamos, Bolívar:
Diante do PATÉTICAMENTE MEDÍOCRE quadro político atual é um feito memorável.

É bom que Bolívar e outros mambembes atores da política atual continuem a crer que a candidatura de Bolsoro vá murchar. Assim pensava quase toda a imprensa americana, quase todos os Institutos de Pesquisas e 90% dos tais "Cientistas políticos" que lambiam os fundilhos do esquerdopata Obama.

E vamos ao ápice de Bolívar.
Perguntado se "O PSDB errou ao apoiar o impeachment e o Governo de Michel Temer, extremamente impopular e visto como ligado à corrupção, por tanto tempo?", Bolívar respondeu:

"Não, não errou. Mais dois anos de Dilma Rousseff destruiriam a economia brasileira e acirrariam os conflitos sociais além do imaginável, sem esquecer que ela mesma havia sido presidente do Conselho de Administração da Petrobras, o epicentro da corrupção. Uma vez substituída por Michel Temer, e tendo este se comprometido com uma agenda econômica racional, o PSDB tinha o dever de apoiar tal programa. Erro, a meu ver, foi participar do Governo, ocupando quatro ministérios".

Quer dizer que para Bolívar e sua miserável "ciência política" um ladrão miserável, um safado que tenta a todo custo acabar com a limpeza necessária deste país pode sim ocupar a cadeira mais importante de uma nação, desde que tenha comprometimento com uma agenda econômica racional, mesmo que esta agenda tenha que parar nos 51 milhões de reais do Bunker do Geddel.

A diferença entre nós e eLLes, externada pelo desejo de ter um "capitão" comandando este falido time Brasil é uma só:

NÃO ACEITAMOS BANDIDOS DE QUALQUER ESPÉCIE OU PARTIDO.
NÃO ACEITAMOS UM BRASIL ENLAMEADO POR TUCANOS, PETRALHAS, PMDEBISTAS E SEUS SATÉLITES.

ENTENDEU OU QUER DESENHO, SENHOR BOLÍVAR?
A canalhice profissional e intelectual de Arías - El País.

A canalhice profissional e intelectual de Arías - El País.

Sob o título "Por que a candidatura de Bolsonaro não é piada" o padreco Juan Arias publica um texto meio "entre tapas e beijos" com o candidato.

Mesmo reconhecendo que a candidatura do "ex-paraquedista e ultraconservador" Bolsonaro "não é piada" e atestando também que "a esquerda sozinha não tem força para freá-lo, e a direita do Governo esta desacreditada ante a sociedade, enquanto as candidaturas de fora da política vão perdendo força", o articulista socialista vai, ao longo do texto, no entanto, adjetivando Bolsonaro de forma pejorativa.

Bolsonaro para Arias é o "defensor do bandido bom é bandido morto", "o verbo matar é prioritário em seu dicionário", "catalisador das frustrações de uma certa sociedade" (remete para um texto onde Mauro Paulino - Datafolha - questiona por que tantos jovens se voltam para o conservadorismo ao declararem voto em Bolsonaro e se mostra profundamente preocupado com isso ), "a violência se combate com violência", "os policiais tem armas para matar", "escudo de nobreza pode ser uma metralhadora, capaz de encarnar essas vísceras da sociedade em busca de castigos definitivos aos corruptos", "ex-paraquedista, que não parece estar preparado em nenhuma das matérias importantes para governar", "onta também com a recusa de se valer do politicamente correto, começando por sua linguagem radical com que defende a tortura, a pena de morte, a cura gay, a zombaria com o estupro, o machismo em todos os seus graus e com sua férrea oposição a qualquer motivação para que a mulher possa ter licitamente o direito a abortar", Quem não deseja para o Brasil a volta ao obscurantismo civil e cultural e velhos autoritarismos não deve minimizá-la".

Para este "filósofo" quem presta é LuLLa "por quem o Brasil não deveria comemorar com festa a sua mais que merecida condenação".

Para o padreco socialista quem presta é a dona Dilma, "por que ele não entendeu por que o Brasil impinchou aquela porcaria", afirmando:

"Por exemplo, poucos poderiam imaginar que a maioria dos brasileiros preferiria o tenebroso, golpista e direitista Temer e seu Governo (50%) que a inocente, perseguida e progressista Dilma (30%)."

Para o socialista chinfrim quem presta é o traficante de cocaína Evo Morales.

Basta ler as colunas do amigão do peito de Reinaldo Azevedo para que se tenha a certeza de que este sujeito não faz jornalismo, SENDO UM CORRESPONDENTE ESTRANGEIRO, no Brasil.
O que ele faz é panfletagem vagabunda de um socialismo ladrão que morre à míngua vitimado pelo assalto descarado aos cofres da nação.

Arias atenta, com seus textos, contra a democracia brasileira.

Se a maioria do povo optar, PELO VOTO LIVRE, SECRETO E INDEVASSÁVEL, pelo "ULTRACONSERVADOR" Bolsonaro estará, nada mais, nada menos, que praticando o livre exercício da democracia, assim como fez com o ladrão LuLLa e com a sua incompetente pupila Dilma.
E foi por causa desta mesma democracia que a dona Dilma tomou um pé na bunda e que o ladrão LuLLa caminha célere para o fundo de uma aconchegante e democrática sela prisional.

Arias, como já disse, está se intrometendo, de forma indevida, em assuntos internos do Brasil.
Uma coisa é a análise política de um fato, direito inalienável do jornalismo.
Outra bem diferente é usar um meio de comunicação que mantém concessão de representatividade em terras nacionais para atacar de forma nojenta, criminosa e antiprofissional, quem sabe, o futuro presidente desta nação.

#CALAoTECLADO,ARIAS!


Patrulha o KCT, El Pais!

Patrulha o KCT, El Pais!

Uma turma do Colégio Pinheiro Guimarães decidiu montar uma barraca em tradicional feira que acontece na escola para discutir a famigerada identidade de gênero.
Dentre os requisitos se pedia que os meninos da turma fosse com bato e camisinha rosa.

A mãe de um dos alunos, QUE RECLAMOU EM CASA DA IMPOSIÇÃO, berrou e muito.
A coisa foi parar no face de Bolsonaro.
A mãe, revoltada, disse que seu "filho não participaria de uma nojeira destas".

Este famigerado jornal El País, que vez por outra se intromete de forma indevida em assuntos nacionais e se preocupa de menos com o que acontece em seu próprio país, classificou os pais que se revoltaram com predicados tais como patrulha, juizes da moral alheia e fiscais dos bons costumes.

Ora, o próprio jornal se coloca como fiscal da moral alheia ao recriminar quem discorda, DIREITO CONSTITUCIONAL, desta porcaria que está sendo jogada na cabeça ainda vazia de crianças de 12 anos.
O próprio jornal se coloca como voz da patrulha dos que defendem, SEM EXPLICAÇÕES CIENTÍFICAS, esta aberração da ideologia de gênero.

O próprio jornal se coloca como fiscal dos que discordam da verdadeira lavagem cerebral a que estão sendo submetidas crianças de pouquíssima idade, cuja capacidade de discernimento é precária ou não existe.

A sociedade Brasileira de Medicina está profundamente preocupada com o número de crianças que praticaram a mudança de sexo e, hoje, se mostram arrependidas do que fizeram.
Eu pergunto:

E agora?
Vão conseguir colocar o pintinho no lugar quando a produção de hormônios exige a presença do pintinho no seu lugar?
Como ficará a cabeça desta criança ao tirar os peitinhos de silicone, mas descobrir que o pintinho não voltará mais?
Como ficará a cabecinha da menina que arrancou os peitinhos e agora deseja tê-los de volta por estar arrependida?

Com certeza a dona MARÍA MARTÍ, reporter do El País deve ter as devidas respostas para as perguntas feitas.

Arrependidos 1

Arrependidos 2

Arrependidos 3

Enquanto os que discordam apresentam FATOS, os que concordam apresentam teorias.

 
Juan Arias, EL PAÍS, diz que Mendes sofre da Síndrome de Estocolmo invertida.

Juan Arias, EL PAÍS, diz que Mendes sofre da Síndrome de Estocolmo invertida.

Antes de seguir em frente, uma estreita e pequena observação.
O El País anda se metendo muito nas coisas internas deste país.
Sigamos.

Arias credita a alguns, não se sabe quem, a possibilidade de Mendes estar sofre da Síndrome de Hubris. Mas sofrido por quem se vê grande demais ou ser um fie seguidor de Narciso.
Hipótese esta descartada pelo inquiridor.

Diz Arias que um psicanalista "anônimo" lhe confidenciou que Mendes sofre de Síndrome de Estocolmo Invertida, que seria a gratidão de um juiz que deveria condenar, mas que se sente grato e identificado com os condenados.

Pobre Arias. Errado, querido intruso.

O mal de Mendes é canalhice mesmo, recheada de vigarice jurídica e intelectual, associada, como disse Barroso, de uma dose de compadrio com bandidos que excede os limites até mesmo de um juizeco safado de beira de estrada.
E a razão é simples e se baseia no conluio de Mendes com alguns políticos que destinam verbas para seu IDP e empresários que patrocinam eventos de sua fajuta faculdade.
Mendes usa seu cargo de Ministro da Suprema Corte brasileira para conseguir benesses. Em troca se porta como bandido, garantindo decisões favoráveis aos seus protegidos.
Para disfarçar sua cretinice jurídica enfia em suas decisões estúpidas gente como Zé Dirceu, para dar aquele ar de isenção característico de quem não a tem. E desta forma agirá com o Bradesco, por exemplo, nas 20 ações que dormitam em seus escaninhos. Vai condená-lo em alguns, para livrá-los das causas mais importantes. Afinal, como demonstrou o Buzzfeed, o Bradescão lhe deu um empréstimo pra lá de amigo, do tipo que nenhum simples mortal consegue.

Mendes não sofre de nenhuma doença que possa ser tratada pela psicanálise.
O caso de Mendes é de cadeia mesmo.


Com a devida vênia "El País"

Com a devida vênia "El País"

A sucursal brasileira do jornal El País soltou em sua edição na net um editorial em que pede eleições diretas no Brasil.

Segundo o jornaleco "é necessário mudar a constituição do Brasil para permitir eleições antecipadas".

Disse mais o panfleto petralha:

"O golpe baixo que representou a expulsão de Rousseff da chefia de Estado, utilizando para isso como caprichosa arma política o que deveria ser um instrumento estritamente penal, só fez aumentar a sensação geral, dentro e fora do Brasil, de que a corrupção campeia com total liberdade em uma das maiores democracias e economias do planeta."

Golpe baixo uma ova, senhores.
Todo o processo seguiu quase rigorosamente o que manda nossa constituição, fora a cagada de Melandowiski e Renan, fato que não vi ser abordado por textos panfletários publicados pelo jornaleco.

Faria melhor o panfleto, e também honraria todos os brasileiros com sua presença em nosso país, que o jornaleco se abstivesse de exercer política vagabunda em nossa nação e passasse a praticar jornalismo, mesmo que de opinião.
Faça isso na Espanha, senhores.

O Brasil já está plena e exacerbadamente repleto de jornalistas vagabundos que, embora vagabundos, são brasileiros e tem, por isso mesmo, o direito constitucional de falar suas merdas e publicar seus testículos vagabundos.