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TRF-4 dá um tapa na toga da Suprema Porcaria

TRF-4 dá um tapa na toga da Suprema Porcaria

POR UNANIMIDADE, mais uma vez, o TRF-4 negou o recurso feito pela defesa do MAIOR LADRÃO DA REPÚBLICA DOS ÚLTIMOS 500 ANOS que obteve indulto especial da SUPREMA PORCARIA, passando na frente de mais de 130 casos em que se pede o mesmo que foi pedido pelo LADRÃO PRESIDENCIAL e que foram jogado de lado.

Devem estar escondidos nas gavetas de Marco Aurélio, Melandowiski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso de Mello e, quem sabe, Rosa de Hiroshima e Nagasaki.

Na decisão de hoje do TRF-4 fica clara a FUNDAMENTAÇÃO da decisão tomada hoje.

Já na decisão (?????) tomada pela Suprema Porcaria ficou mais ou menos assim:

- Vamos para decidir se podemos decidir.
- Por 6 a 5 optou-se que a Porcaria Superior poderia decidir
- Mas como veio a Páscoa, deixaremos para decidir depois que o Coelhinho for embora -  (HC REQUER URGÊNCIA - SEGUNDO AS PALAVRAS DOS PRÓPRIOS) - que Mendes possa faturar grana para o seu IDP e que Marco Aurélio possa receber sua condecoração;
- Se algum lambão superior se entupir de chocolate terá direito de pedir vistas de longa distância;

Quer dizer:
Enquanto o TRF-4 decidi decidir, a Suprema Porcaria decide que vai decidir, quem sabe depois, o que deveria decidir agora.

Sinceramente: Você entendeu alguma coisa?


A irresponsabilidade da Suprema Porcaria

A irresponsabilidade da Suprema Porcaria

Ao criar uma decisão (??????) exclusiva para LuLLa os senis da Suprema Porcaria vai por na rua uma infinidade de bandidos, poderosos ou não, presos hoje condenados pelos crimes que cometeram.

A crítica aqui feita é a de um leigo nas coisas jurídicas. Mas está baseada nas opiniões que li de gente que milita na área além, claro, do conceito adquirido no exercício da sua profissão.

Trata-se, na visão de muitos destes profissionais do direito, de uma aberração jurídica, uma sucessão de casuísmos vagabundos que contrariam decisões da própria corte.

Foi, evidentemente, um tapa na cara da sociedade e um estupro premeditado da Constituição justamente por quem deveria protegê-la.
Um crime jurídico hediondo.

Não custa repetir:

- O meliante safado teve amplo direito de defesa, inclusive com o uso sem vergonha de chicanas;
- O processo está abarrotado de provas contundentes;
- Sua condenação foi confirmada por duas instâncias por unanimidade;

Aí vem o STF e joga no lixo um trabalho impecável de investigação, dois julgamentos realizados sem a prepotência e arrogância comuns na Suprema Porcaria feitos todos os procedimentos de forma clara, sem aquele linguajar juridiquês chinfrin, e transparente permitindo ser visto, ao vivo e a cores pelo Brasil inteiro.

O STF optou por chafurdar no lixo da justiça e no direito achado nas valas comuns, coisa que tanto critica.

Um dia para ser lembrado como o dia em que a justiça superior estuprou o bom direito, arrombou as portas da credibilidade, jogou a constituição no lixo e assassinou a democracia com a munição pesada da toga superior, última palavra da justiça.

E tudo para salvar bandidos. Todos.


A Rosa não é de Weber. É de Hiroshima.

A Rosa não é de Weber. É de Hiroshima.

Deprimente!
Para ficar no mínimo.

Primeiro a dita cuja não entendeu o que estava sendo julgado naquele momento.

Depois, titubeante como um gago de nascente, disse uma dúzia de palavras não ligadas entre si.
Olha a carinha de retardada que ela fez ao responder Marco Aurélio:

Reparou?

Essa mulher deve ter nascido em Hiroshima no exato instante em que que a bomba americana explodiu.
Não tem outra explicação para tanta confusão mental.

Seu voto foi um primor.
Começou apoiando o voto do relator Fachin.

No final do voto, votou contra ele.

TATÁ!

Uma bomba de Hiroshima bem nos cornos do devido processo legal.
STF: Segurança para Trambiqueiros Famosos.

STF: Segurança para Trambiqueiros Famosos.

Estava escrito nas estrelas: O STF VIROU UM PARAÍSO DE BANDIDOS COM PEDIGREE.
Eu disse isso faz bastante tempo neste blog.
E não era nada difícil prever.

Um tribunal que tem em seus quadros um Gilmar Mendes que não tem limites, um Dias Toffoli que foi reprovado em concurso para juiz, uma Rosa Weber cujo raciocínio se parece com o de uma barata tonta, um Lewandowiski escolhido numa conversa tendo ao lado uma fritadeira de bolinhos de São Bérrrrnarrrrdo, um Celso de Mello de Melo, decano da corte que teve o seguinte diálogo com Saulo Ramos:

Transcrito do livro “Código da Vida” - Autor Saulo Ramos

"Apressou-se ele próprio a me telefonar, explicando:
— Doutor Saulo, o senhor deve ter estranhado o meu voto no caso do Presidente.
— Claro! O que deu em você?
— É que a Folha de S.Paulo, na véspera da votação, noticiou a afirmação de que o Presidente Sarney tinha os votos certos dos ministros que enumerou e citou meu nome como um deles. Quando chegou minha vez de votar, o Presidente já estava vitorioso pelo número de votos a seu favor. Não precisava mais do meu. Votei contra para desmentir a Folha de S. Paulo. Mas fique tranqüilo. Se meu voto fosse decisivo, eu teria votado a favor do Presidente. 


Não acreditei no que estava ouvindo. Recusei-me a engolir e perguntei: 

— Espere um pouco. Deixe-me ver se compreendi bem. Você votou contra o Sarney porque a Folha de S. Paulo noticiou que você votaria a favor? 
— Sim. 
— E se o Sarney já não houvesse ganhado, quando chegou sua vez de votar, você, nesse caso, votaria a favor dele? 
— Exatamente. O senhor entendeu? 
— Entendi. Entendi que você é um juiz de merda! Bati o telefone e nunca mais falei com ele.”

Você espera alguma coisa que preste desta gente?

Eu não.

Para que STF?

Para que STF?

Depois da baixaria de ontem, mais uma entre os dois "inimigos" superiores, ficou claro que o Brasil não precisa de um corte grávida de egos e de canalhas, quando se tem um STJ que cumpre quase que fielmente o tal de arcabouço jurídico tratado nas leis e na Constituição em proporção gigantescamente maior e mais discreta que a rinha de Gilmar e Barroso em que se transformou nossa cara, ineficiente e medíocre Suprema Corte.

Mesmo se excedendo Barrosão, com suas palavras agressivas, fez também uma defesa aguerrida de uma Suprema Corte que agoniza em suas próprias deficiências, em sua costumeira desídia e por não fazer jus à sua principal função que é a defesa a Constituição.

O que se viu no dia de ontem envergonha todos os cidadãos de bem. Envergonha a nação perante o mundo jurídico. Envergonha o País perante outras nações.

Decisões válidas de plenários são aquelas obtidas por maioria de votos entre os integrantes do colegiado, onde a tese exposta é debatida por todos e vence por maioria aquela que melhor atende aos interesses legais, nunca pessoais, da maioria de seus integrantes.
Foi assim, POR 4 VEZES, que se decidiu pela prisão de condenados em segunda instância.

Hoje, Josias de Souza em seu Blog do UOL, publica um vídeo com o voto de Mendes há exatos 17 meses atrás, onde um incisivo "juiz" expunha sua oposição diante de tema tão grave.

Eis alguns trechos extraídos do Josias:

"Em seu voto, Gilmar Mendes disse, por exemplo, que o encarceramento na segunda instância aproximaria o Brasil do mundo civilizado. E atenuaria o flagelo da impunidade. Irônico, o ministro chegou a declarar que a presença de “ilustres visitantes” melhoria o sistema prisional do país. Realçou que já não havia “banho frio” na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. “Agora, há até chuveiro elétrico”, celebrou."

Dado o dito vemos que hoje, Mendes prefere enfiar o Brasil no mundo incivilizado. Prefere assistir de camarote o grassar do flagelo da impunidade "ilustres visitantes" contribuindo para a melhoria do sistema prisional.

Disse mais:

“Não vamos esquecer: o sistema permite correção. Permite até o impedimento do início da execução da pena, com obtenção de liminar em habeas corpus.”

Levando-se em consideração a "palavra dada por um JUIZ SUPERIOR", cuja decisão reverbera em todos os escalõess inferiores da justiça, o "JUIZ SUPERIOR" de agora joga no lixo todo o arcabouço legal que preserva a presunção de inocência.

Fico por aqui nas falas do juiz do passado, para me fixar no juiz do presente.

O Juiz do passado ainda se portava com certa dose de decoro, mesmo questionado por muitos.
O Juiz de hoje não.

Optou de forma deliberada pela posição de advogado de defesa de bandidos e para isso age e atua como bandido.

O juiz do passado causava discordância com seu jeitão cavalo de ser, mas ainda era JUIZ.
O juiz de agora continua causando discordâncias, perdeu a compostura, agride costumeiramente o CÓDIGO DE ÉTICA DA MAGISTRATURA, se enfiou no meio de bandidos, recebeu de alguns polpudas quantias para a sua aberração chamada IDP e é tudo, menos JUIZ DE UMA CORTE SUPERIOR.

Mendes, como disse ontem Barroso, é o lixo da Suprema Corte. É a vergonha da justiça.

É A MAIS DOÍDA VERGONHA DE UMA NAÇÃO JÁ EM FRANGALHOS.

DE SORTE QUE BARROSO ELIMINOU PARTE DESTA IMENSA DOSE DE VERGONHA.


Suprema Vergonha.

Suprema Vergonha.

Quando assisto cenas como esta ocorrida numa sessão do plenário de nossa mais alta corte, eu sinto vergonha de ser brasileiro.
Sinto arrependimento de ter voltado para este país após passar mais de 6 anos fora desta nação.

A vergonha vai passar ou quando eu morrer, o que está mais perto já que cheguei aos 65 anos de idade, ou, se viver até lá, ver meu país se portando como uma nação digna, com um povo que saiba gerir melhor seus destino não votando em canalhas, não trocando seus voto por babilaques como os peladões que receberam Cabral.

A gente tem vontade de não ser brasileiro. A gente tem vontade de desistir e apertar o botão de foda-se, afinal, aposentado sem ter mais o que me preocupar, deixamos, todo(a)s de mesmo idade, de ter alguma responsabilidade com este país.
Esta atribuição não é mais nossa. É de você, jovens.

O país que aí está não fomos nós que construímos, ou que pensávamos construir, ao lutar pela volta da liberdade de votar e escolher quem presidiria os destinos deste país.

Já estive em outros lugares do mundo e cada vez que voltava mais me apaixonava pelos versos de Gonçalves Dias que expõe de forma lírica aborda o exílio.

Minha terra tem palmeiras / Onde canta o Sabiá / As aves, que aqui gorjeiam / Não gorjeiam como lá /
Nosso céu tem mais estrelas / Nossas várzeas têm mais flores / Nossos bosques têm mais vida /
Nossa vida mais amores / Em cismar, sozinho, à noite / Mais prazer eu encontro lá /
Minha terra tem palmeiras / Onde canta o Sabiá.

Lirismo gostoso diante de uma realidade que choca.

Voltar para um país dirigido por um ladrão? Chefe de quadrilha?
Ver uma Suprema Corte de JUSTIÇA querendo sacanear a própria justiça para livrar um canalha condenado, cujo processo obedeceu rigorosamente todos os dispositivos legais e com amplo direito de defesa.

Dá vontade de se exilar.

Mas aí, fala mais alto o coração teimoso de brasileiro.
NÃO DESISTO NUNCA.

Mesmo que vergonha de ver meu país assim deixe apertado o meu coração e o de muitos outros brasileiros.
Mesmo com Gilmares, Temeres e outros calhordas que nos dão sérios motivos de vergonha.
Mesmo que tudo pareça com as portas do inferno.

Vamos tocando o barco e lutando, mais uma vez, para mudar.