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A Rosa não é de Weber. É de Hiroshima.

A Rosa não é de Weber. É de Hiroshima.

Deprimente!
Para ficar no mínimo.

Primeiro a dita cuja não entendeu o que estava sendo julgado naquele momento.

Depois, titubeante como um gago de nascente, disse uma dúzia de palavras não ligadas entre si.
Olha a carinha de retardada que ela fez ao responder Marco Aurélio:

Reparou?

Essa mulher deve ter nascido em Hiroshima no exato instante em que que a bomba americana explodiu.
Não tem outra explicação para tanta confusão mental.

Seu voto foi um primor.
Começou apoiando o voto do relator Fachin.

No final do voto, votou contra ele.

TATÁ!

Uma bomba de Hiroshima bem nos cornos do devido processo legal.
O destino do fascínora nas mãos da "grelo duro".

O destino do fascínora nas mãos da "grelo duro".

O destino anda pregando peças no caminho do falsário de Garanhuns ao colocar nas mãos da "grelo duro" sua quase impossível liberdade.
Foi desta forma que LuLLa, chefe supremo da quadrilha de traficantes de grana pública, se referiu à Ministra Rosa Weber em grampo da polícia Federal.

Será ela quem vai definir, após a tomada de decisão de Alexandre de Moraes em relação à prisão após a segunda instância, se continua valendo, ou não, o que passou a valer após 4 inexplicáveis julgamentos sobre o mesmo assunto.

Tem-se por óbvio que o chefão do compadrio superior já mudou de ideia para preservar seus bandidos de estimação.
Se Celso de Mello, que já andou dizendo que não vai participar da chicana do momento que visa salvar da cana dura o ladrão chefe, o que sugere uma mudança em relação ao seus votos anteriores, não mudar seu voto, o placar hoje estaria em 5 a 5 e caberá a "dona do grelo duro", segundo LuLLa, decidir a parada.

Fica-se assim:

Se votar a favor, mudando voto anterior, será endeusada pelo Brasil do Bem então fará parte da quadrilha de Mendes.
Se votar contra e favorecer LuLLa, será efetivada como a mulher do "grelo duro", endeusada pelo Brasil do Mal e considerada integrante da quadrilha de Mendes.

Pobre Brasil que tem entre suas mais importantes Instituições uma Corte Superior que esmera, todos os dias, em chafurdar na lama da falta de credibilidade.