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A irresponsabilidade da Suprema Porcaria

A irresponsabilidade da Suprema Porcaria

Ao criar uma decisão (??????) exclusiva para LuLLa os senis da Suprema Porcaria vai por na rua uma infinidade de bandidos, poderosos ou não, presos hoje condenados pelos crimes que cometeram.

A crítica aqui feita é a de um leigo nas coisas jurídicas. Mas está baseada nas opiniões que li de gente que milita na área além, claro, do conceito adquirido no exercício da sua profissão.

Trata-se, na visão de muitos destes profissionais do direito, de uma aberração jurídica, uma sucessão de casuísmos vagabundos que contrariam decisões da própria corte.

Foi, evidentemente, um tapa na cara da sociedade e um estupro premeditado da Constituição justamente por quem deveria protegê-la.
Um crime jurídico hediondo.

Não custa repetir:

- O meliante safado teve amplo direito de defesa, inclusive com o uso sem vergonha de chicanas;
- O processo está abarrotado de provas contundentes;
- Sua condenação foi confirmada por duas instâncias por unanimidade;

Aí vem o STF e joga no lixo um trabalho impecável de investigação, dois julgamentos realizados sem a prepotência e arrogância comuns na Suprema Porcaria feitos todos os procedimentos de forma clara, sem aquele linguajar juridiquês chinfrin, e transparente permitindo ser visto, ao vivo e a cores pelo Brasil inteiro.

O STF optou por chafurdar no lixo da justiça e no direito achado nas valas comuns, coisa que tanto critica.

Um dia para ser lembrado como o dia em que a justiça superior estuprou o bom direito, arrombou as portas da credibilidade, jogou a constituição no lixo e assassinou a democracia com a munição pesada da toga superior, última palavra da justiça.

E tudo para salvar bandidos. Todos.


Barrosão não foi convidado para a festa pobre dos sabotadores da DEMOCRACIA.

Barrosão não foi convidado para a festa pobre dos sabotadores da DEMOCRACIA.

Hoje, por voltas 17hs, dona Carminha, por forçada de barra de Celso de Mello, vai se reunir com os sabotadores da democracia.

Gente baixa usando toga superior doidinha para estuprar a democracia.
Gente mediocre que está a fim de transformar a justiça desta nação em um imenso puteiro.

Barrosão, óbvio, não foi convidado.

Esta HISTÓRIA nojenta que se arma na SUPREMA PORCARIA me traz a mente uma música do Cazuza que decidi parodiar.

"Parodiada" da música do saudoso Cazuza:

Não me convidaram pra esta festa pobre
Que pilantras armaram pra me convencer
a pagar sem ver todas estas togas
que já está malhada e começa a feder
Não me ofereceram nem uma bagana
Fiquei na porta comendo uma banana
Não me elegeram cidadão honorário
minha carteira é de otário
STF, mostra a tua toga
quero ver quem paga pra gente ficar assim
STF qual é o teu negócio
Barata é teu sócio?
Confia em mim


Alguém, sinceramente, esperava algo de bom deste STF que aí está?

Alguém, sinceramente, esperava algo de bom deste STF que aí está?

Vejo perplexidade de muitos diante da putaria que se arma na SUPREMA PORCARIA (assim que classifico esta estrovenga não é de hoje, pedindo inclusive o seu fechamento sumário) para salvar LuLLa e todos os bandidos de estimação das suas devidas e merecidas punições?

Todos os jornais estampam que Celso de Mello seria, hoje, o mais importante insuflador da putaria.
Nada há de estranhar seu posicionamento diante desta situação.
Não faz muito tempo, este mesmo Celso de Melo concedeu HC para um réu confesso que matou o sócio friamente para ficar com a empresa.

REPITO: O SUJEITO CONFESSOU O CRIME BÁRBARO NAS FUÇAS DO JUIZ, DA DEFESA, DA ACUSAÇÃO, DA PROMOTORIA, DOS JURADOS E DA FAMÍLIA DE DEFUNTO.

No HC, Mello destaca a tal de "PRESUNÇÃO DA INCOÊNCIA" até o TRÂNSITO EM JULGADO DA QUESTÃO.

Ninguém, em sã consciência, espera muito de Mendes, de Toffoli, de Melandowiski e se se desse ao trabalho de ler algumas decisões de Mello sobre o tema, também nada esperaria dele.

Nada do que venha desta SUPREMA PORCARIA, portanto, deveria causa perplexidade.

O STF tem sido, não é de hoje, o principal fator de desestabilização da justiça, ora legislando, ora emitindo decisões estapafúrdias, ora agindo como políticos de toga, ora defendendo bandidos, ora emitindo decisões de um tipo para uns e outro para outros, ora se portando como atores de TV, ora arriando as togas para políticos poderosos, ora permitindo em seu quadro juízes que contrariam a totalidade do Código de Ética da Magistratura, ora permitindo em seu quadros donos de "estabelecimentos comerciais", ora permitindo que juízes se comportem como meninos que são donos da bola.

Toffoli sentou a bunda togada numa pendenga onde já há maioria. Fez isso, após reunião com Temer.
Outro, ao que parece, vai seguir o mesmo caminho e pedir vistas.

O caso em questão remeteria 90% dos bandidos da nação para juízes da envergadura de Moro, de Bretas e de Walisney.
Claro que uma decisão desta não interessa nem aos bandidos de toga nem, tampouco, para os bandidos com broche na lapela.

Ontem Mendes sacaneou Marcelo Bretas atendendo à uma solicitação estapafúrdia dos advogados de seu "Cumpádi" e soltou uma decisão estapafúrdia fazendo com que o processo, bem adiantado, volte à estaca zero, por causa de uma mera formalidade.
Se houve algum erro formal em um processo, a decisão espera é a de correção da formalidade, não o retorno ao zero. Mas sá cumé, né? É o "cumpadi".

Carminha está resistindo. Faz bem.
Mas pode esperar:

Ela vai ser sacaneada por um destes sacanas.

LuLLa está "DOWN". É mesmo? Palavra de consolo para ele.

LuLLa está "DOWN". É mesmo? Palavra de consolo para ele.

Pessoas que estiveram com LuLLa esta semana dizem que o safado está muito abalado.
Estaria "DOWN" como diz a garotada.
É mesmo?
Eu quero que LuLLa se foda de verde e amarelo.

Enquanto ocupava a presidência da República, com popularidade nos píncaros, LuLLa, do alto de sua arrogância, pisava na cabeça de todos os desafetos.
Cagava e andava para tudo. Menos, óbvio para sua mordomias e favores que pudessem transformá-lo em um reizinho de um mondo que ele mesmo criou para si.

LuLLa não tem escrúpulos.
LuLLa não tem caráter.
LuLLa é um mentiroso contumaz.
LuLLa não tem consideração por ninguém.

Não sei se algum psicólogo já fez uma análise do personagem que LuLLa criou.
Se fizeram chegam fácil no âmago de um psicopata.
LuLLa é um doente mental perigoso.
Um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos.

É capaz até mesmo de inventar alguma coisa para se desmentir.

LuLLa tem dois possíveis lugares por merecimento:

A cadeia ou um manicômio.


Se segura, Capo. Geddel vem aí.

Se segura, Capo. Geddel vem aí.

Geddel, o dono do bunker de grana do PMDB, está uma arara.
Foi jogado às traças, ao contrário de Eduardo Cunha que anda sendo tratado com pão de ló.

Depois de inúmeros recados para a "presidência" da quadrilha, Geddel resolveu abrir  a latrina.

É de conhecimento de muitos dos integrantes da quadrilha o jeitão cavalo xucro de Geddel.

Vem tempestade horríveis por aí, a desabar raios e trovões nas já negras núvens que cobrem os chifres de Temer.


O que é BOM OU RUIM para o Brasil?

O que é BOM OU RUIM para o Brasil?


A hora H de LuLLa, o maior e mais cínico ladrão deste país desde as priscas eras de Cabral, está chegando velozmente.
Aliás, este ano de 2018 parece uma bala disparada de um fuzil do alto da Rocinha.

O TRF-4, ao que consta, poderá liberar Moro para enfiar LuLLa em seu merecido lugar lá pelo dia 26.

Cabe perguntar: Isso é bom ou ruim para o Brasil.
Não me cabe responder se é bom ou ruim para o Brasil, mas tenho plena convicção de que será muito bom para nossa democracia, onde delinquentes poderosos que nunca iam para a cadeia, começam a ser enjaulados por afrontarem as Leis democraticamente estabelecidas.
Se bem que nossas Leis são uma porcaria. Mas é a que temos.

Perguntei para um amigo advogado se a prisão em segunda instância e a prisão preventiva eram “novidades” trazidas pela Operação Lava-Jato e pela criatividade de alguns magistrados, tais como Moro, Bretas e Walisney.

A resposta foi negativa. Elas existem desde 1941 e foram criadas por razões puramente técnicas.
Uma condenação de primeira instância pode ser reapreciada, rediscutida e, se o juízo concordar ou for convencido, a sentença pode ser mudada. Caso contrário, prossegue, se houver recurso, para instâncias superiores, como os TRFs.
Nestas duas primeiras fases todo o processo pode ser alterado.
Exemplo foram decisões de Moro pela condenação e decisões de absolvição, no mesmo caso, pelo TRF-4.
Até esta fase analisa-se provas, testemunhos, os fatos e a participação ou não do réu. Quer dizer, discute-se o mérito e as provas constantes dos autos.

Daí pra cima não. Não se discute mais as provas, a não ser em flagrante desrespeito à Constituição, mas apenas o mérito do pedido feito pela defesa do acusado.
Estatísticas do STJ mostram que pouquíssimos casos tiveram decisão diferente da que foi propalada em primeira e segunda instâncias. O mesmo se dá quando o caso chega ao STF.

Meu amigo vai mais longe.
Discute-se o trânsito em julgado, como se ele, obrigatoriamente, somente terminasse com o julgamento de possíveis e cabíveis recursos na corte superior.
O raciocínio jurídico do meu amigo dá como transitada em julgado a sentença, confirmada ou não, pela segunda instância, no caso os TRFs, por que, dali para frente, não se reanalisa as provas dos autos, não se reanalisa inocência ou culpabilidade do réu, mas somente se a sentença está ou não dentro do que está escrito na Constituição.

Segundo ainda esse meu amigo, o raciocínio por ele desenvolvido se dá sobre o exposto na Súmula 7 do STJ que diz “A PRETENSÃO DE SIMPLES REEXAME DE PROVA NÃO ENSEJA RECURSO ESPECIAL.
Na verdade o que está dito na súmula 7 pode ser traduzido pela proibição, do próprio STj, em se portar como um Tribunal de Terceira Instância ou que não se pode mais rediscutir o mérito da pendenga judicial.
Há também um outro fator, já com ampla jurisprudência firmada.
Nem o STJ, nem o STF poderiam suspender decisão ratificada pela segunda instância, no caso o TRF.
Ora, raciocina meu amigo, se nem o STJ e nem o STF podem modificar o que foi confirmado por corte colegiada de segunda instância, estaria dado o trânsito em julgado.

Voltando para nossas encrencas do momento.
Rediscutir este assunto é putaria jurídica. Mau caratismo legal e de ocasião para livrar, mais uma vez, bandidos poderosos das merecidas punições.
De outro modo, ou melhor, olhando com olhos aterradores, uma rediscussão como esta, em que se afirma que há maioria para jogar no lixo a súmula 7, significa que logo depois da canalhice da rediscussão do tema (lembrando que este mesmo assunto já foi votado pelo STF por QUATRO VEZES) os advogados de presos não ilustres, mas enormemente perigosos, como Fernandinho Beiramar e Marcola, podem pedir extensão do benefício, para responder aos seus crimes em liberdade.
Para e pensa nas consequências. E tudo isso para livrar bandidos com, broche de parlamentar na lapela.

E para ficar na ladainha comuno-socilaista, uma revisão da prisão em segunda instância não beneficiaria os bandidos pobrinhos da nação, que merecidamente estão enfiados em uma jaula, pelo bem da sociedade. Mas seria um manjar dos deus para os poderosos traficantes de grana pública.

Somos nós acusados de agir com sangue na goela e na língua por desejar que estes bandidos sejam alijados da sociedade, que sejam enfiados em cana e que paguem como qualquer cidadão, pelos crimes que cometeram.
O que estamos a exigir é que a justiça seja cega para condenar criminosos e que se porte como caolha que pune uns e protege outros, não importa os crimes que tenham cometido, nem que tenham nomes famosos ou chinfrins ou que tenham ou não polpudas contas bancárias e poder.

Até aqui, desde que a operação Lava-jato começou a enfiar poderosos em cana, não vimos um inocentinho sendo carregado pelo japonês da federal.
Todos cometeram crimes graves de tráfico de grana pública, resultado do suor do povo brasileiro, este sim, digno de proteção das leis.

O roubo do dinheiro público, principalmente quando usado em processo eleitoral, deveria ser considerado crime hediondo por fraudar a democracia.
O ladrão poderoso que rouba grana pública e leva à falência uma empresa do tal do orgulho nacional, deveria ser, também, um criminoso hediondo.

Enquanto o tráfico de grana pública se converte em mansões luxuosas, em Ferraris de último modelo, em iates espetaculares, em bunker de grana suja, o desgraçado do pobrinho fica sem remédio nos falidos hospitais espalhados Brasil a fora, sofre nas filas de marcação de simples exames, corre risco de morte nas cirurgias que demoram meses para ser realizadas, pena nas escolas caindo aos pedaços e o que é pior, vê sua dignidade afrontada por um estado que faliu por que traficantes de grana poderosos assaltaram os cofres da nação.

Pergunto mais uma vez:

Então, o que é bom ou ruim para o Brasil?

Na hora de votar responda à esta singela pergunta.