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"Tudo que seu Mestre mandar? Faremos todos".

"Tudo que seu Mestre mandar? Faremos todos".

Não vejo mais a criançada de hoje "brincando brincadeiras" que eu e os de minha brincavam.
Garrafão, pique-bandeira, amarelinha, a brincadeira do mestre e muitas outras.

Na brincadeira do mestre arranjava-se uma forma de se escolher entre a turma quem seria o Mestre.
Escolhido, ele dava as ordens e a turma obedecia fosse ela qualquer uma.

E o mestre dizia:
"Tudo o que se mestre mandar?"
E a turma respondia:
"Faremos todos."

FHC e Haddad andaram se reunindo às escondidas, em tratativas nada republicanas, engendrando uma putaria que livre da cadeia o poderoso chefão da organização criminosa que assaltou impiedosamente os cofres desta nação, com participação tucana, e que foi merecidamente condenado, POR UNANIMIDADE, pela turma de juízes do TRF-4 em julgamento que passou para a história pela forma como se deu em todos os seus aspectos.

"Tudo o que seu mestre mandar......."

Pois bem.

O ministro tucano Alexandre de Moraes respondeu:

"Farei eu....." e pautou dois casos que podem livrar LuLLa da cadeia, como mandado por seu Mestre FHC naquela reuniãozinha de cabaré entre ele e Haddad, o poste de LuLLa.

Diz-se, aqui e ali, que a decisão de Moraes é uma incógnita. Balela.
É previsível. E, claro, seguirá as ordens de FHC livrando LuLLa e outros bandidos da merecida punição que uma democracia exige para punir bandidos.

Na brincadeira antiga do "Mestre" que se recusava a obedecer as ordens do mestre, saía da brincadeira e ficava chupando dedo.

Nessa brincadeira do Mestre FHC com a democracia brasileira não há o menor risco de que Moraes venha a ser saído da brincadeira superior. Da mesma forma se atender ao pedido do Mestre e decidir chutar a bunda da democracia e das leis, como aposto que fará, também não corre o mesmo risco.

Também, que diferença fará mais um canalha envergando uma toga superior?


A hipocrisia de Alexandre Moraes.

A hipocrisia de Alexandre Moraes.

Uma pequena observação sobre este senhor enfiado na Suprema Porcaria pelo traficante de grana pública chamado Temer.
Não sei, se expressando como se expressa nos votos que profere na Suprema Porcaria, de que forma ele conseguiu escrever seus livros.

Moraes integra a turminha de Gilmar Mendes na Suprema Porcaria. Está com a toga coçando para ajudar a enterrar de vez a Operação que está promovendo uma limpeza, mesmo que tímida, na política brasileira.

Hoje este cidadão foi dar palestra no puxadinho de Gilmar, o tal do IDP, que mamou nas tetas dos bois de Joesley e nos busões do Barata.
Lá este cidadão disse, entre muitas outras coisas, o seguinte sobre a novela "A força do Querer" exibida pela Globo. Mais uma daqueles folhetins horrorosos que passou a ser chamado de novela pela emissora.

"A novela mostra aqueles bailes funk, fuzil na mão, colarzão de ouro, mulheres fazendo fila para os líderes do tráfico, só alegria. Aí mostra a Bibi, que se regenerou, ela tentando procurar emprego e não conseguindo. Qual é a ideia que é dada? Que é melhor você não largar. Enquanto você não larga, você tá na boa. É uma valorização. Aí podem dizer que essa é a realidade. Mas tá passando isso de uma forma glamorizada.”

Vamos dar uma reformulada, melhor, uma adaptada na fala do gaguejante ministro. Fica assim:

"A corte Suprema mostra aquelas reuniões enfadonhas, livrecos nas mãos, horrorosas togas pretas, fazendo fila para votar a liberação dos bandidos da nação. Aí, a Bibi da corte, com seu jeitão de pangaré com cirrose, desanca as instituições, despreza o Código de ética da magistratura, ofende colegas chamando-os de velhacos e decidindo sozinho botar na rua quem assaltou os cofres da nação.
Qual a ideia dada? Que aquilo ali é um puteiro, uma extensão das quadrilhas do tráfico de grana pública e aí, melhor não largar, né? Melhor manter isso aí, viu? É uma valorização explícita da bandidagem. E com razão muitos vão dizer que essa é a pura realidade. E a glamorização da bandidagem ficou completa quando a porcaria Suprema, comandada pela Carminha, se ajoelhou para um senado cheio de bandidos."

Então, digo eu, não tem muitas semelhanças, ministro?