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A irresponsabilidade da Suprema Porcaria

A irresponsabilidade da Suprema Porcaria

Ao criar uma decisão (??????) exclusiva para LuLLa os senis da Suprema Porcaria vai por na rua uma infinidade de bandidos, poderosos ou não, presos hoje condenados pelos crimes que cometeram.

A crítica aqui feita é a de um leigo nas coisas jurídicas. Mas está baseada nas opiniões que li de gente que milita na área além, claro, do conceito adquirido no exercício da sua profissão.

Trata-se, na visão de muitos destes profissionais do direito, de uma aberração jurídica, uma sucessão de casuísmos vagabundos que contrariam decisões da própria corte.

Foi, evidentemente, um tapa na cara da sociedade e um estupro premeditado da Constituição justamente por quem deveria protegê-la.
Um crime jurídico hediondo.

Não custa repetir:

- O meliante safado teve amplo direito de defesa, inclusive com o uso sem vergonha de chicanas;
- O processo está abarrotado de provas contundentes;
- Sua condenação foi confirmada por duas instâncias por unanimidade;

Aí vem o STF e joga no lixo um trabalho impecável de investigação, dois julgamentos realizados sem a prepotência e arrogância comuns na Suprema Porcaria feitos todos os procedimentos de forma clara, sem aquele linguajar juridiquês chinfrin, e transparente permitindo ser visto, ao vivo e a cores pelo Brasil inteiro.

O STF optou por chafurdar no lixo da justiça e no direito achado nas valas comuns, coisa que tanto critica.

Um dia para ser lembrado como o dia em que a justiça superior estuprou o bom direito, arrombou as portas da credibilidade, jogou a constituição no lixo e assassinou a democracia com a munição pesada da toga superior, última palavra da justiça.

E tudo para salvar bandidos. Todos.


Em Minas não há mais generais. Não há mais Mourão. E agora?

Em Minas não há mais generais. Não há mais Mourão. E agora?

Em 1964 as Forças Armadas Brasileiras, comandadas por um certo General Mourão Filho partiu das montanhas de Minas para as praias cariocas, comandando a sua 4ª Divisão de Infantaria, e livrou o Brasil de se enterrar no tal de "outro mundo possível" do comunismo psicopata.

Hoje, não há mais GENERAIS em Minas. Não há Mourão Filho. Não há mais generais de culhão roxo para acabar com as putarias cometidas neste país, tais como a que assistimos ontem na Suprema Porcaria Brasileira.

Ontem os brasileiros de bem desta nação estuprada chamada Brasil assistiram perplexos a implantação da DITADURA JUDICIÁRIA SUPERIOR, implantada por um bando de canalhas de toga que jogaram, diante de todos nós, suas mínimas, se é que ainda existem, doses de escrúpulos para defender um bandido que se aproveitou do mais alto cargo da nação para não só roubar, mas permitir que este país se transformasse no paraíso da bandidagem com broche na lapela e com poder, ainda, de fazer leis,

Não há mais generais em Minas. Não há mais generais no EXÉRCITO, hoje comandado por um paraplégico que mal consegue falar, não consegue mais respirar normalmente, mas que se mantém na posição de cúmplice desta bandidagem que aí está, que se mantém conivente com putarias, como a que foi praticada ontem pelo STF e que se omite, de forma covarde, diante de tudo o que está acontecendo neste país.

Não há mais Generais em Minhas. Não há mais Generais no Exército. Não há mais decoro das autoridades superiores responsáveis pelo tal de diploma legal. Não há mais senso de brasilidade. Não há mais nacionalismo.

Por que esta sanha de prender LuLLa, O LADRÃO PRESIDENTE ou O PRESIDENTE LADRÃO? perguntou ontem Batochio diante dos canalhas superiores.

Simplesmente por que ele é um ladrão condenado EM DUAS INSTÂNCIAS DA JUSTIÇA BRASILEIRA, com provas, com ampla liberdade de defesa, com caros advogados à sua disposição, com todo um séquito de bandidos a defendê-lo atacando a justiça, com toda liberdade de falsificar documentos para usá-los em sua defesa, enfim, com todas as oportunidades de provar a sua inocência.

Ontem, para desgraça do povo brasileiro, vimos a JUSTIÇA SUPERIOR DE UMA DAS NAÇÕES MAIS IMPORTANTES DO MUNDO se ajoelhando criminosamente para um CHEFE DE QUADRILHA, para um PRESIDENTE que em vez de usar com decoro na mais alta e nobre missão da sua vida optou, de forma deliberada, planejada e meticulosa em se portar como um assaltante vulgar que rouba babilaques de pobres nas grandes cidades brasileiras.

Não há mais Generais em Minas. Não há mais Generais no EXÉRCITO. Não há mais decência. Não há mais escrúpulos.

NÃO HÁ MAIS DEMOCRACIA.
Ela faleceu ontem.
No STF do GUI.


Para que STF?

Para que STF?

Depois da baixaria de ontem, mais uma entre os dois "inimigos" superiores, ficou claro que o Brasil não precisa de um corte grávida de egos e de canalhas, quando se tem um STJ que cumpre quase que fielmente o tal de arcabouço jurídico tratado nas leis e na Constituição em proporção gigantescamente maior e mais discreta que a rinha de Gilmar e Barroso em que se transformou nossa cara, ineficiente e medíocre Suprema Corte.

Mesmo se excedendo Barrosão, com suas palavras agressivas, fez também uma defesa aguerrida de uma Suprema Corte que agoniza em suas próprias deficiências, em sua costumeira desídia e por não fazer jus à sua principal função que é a defesa a Constituição.

O que se viu no dia de ontem envergonha todos os cidadãos de bem. Envergonha a nação perante o mundo jurídico. Envergonha o País perante outras nações.

Decisões válidas de plenários são aquelas obtidas por maioria de votos entre os integrantes do colegiado, onde a tese exposta é debatida por todos e vence por maioria aquela que melhor atende aos interesses legais, nunca pessoais, da maioria de seus integrantes.
Foi assim, POR 4 VEZES, que se decidiu pela prisão de condenados em segunda instância.

Hoje, Josias de Souza em seu Blog do UOL, publica um vídeo com o voto de Mendes há exatos 17 meses atrás, onde um incisivo "juiz" expunha sua oposição diante de tema tão grave.

Eis alguns trechos extraídos do Josias:

"Em seu voto, Gilmar Mendes disse, por exemplo, que o encarceramento na segunda instância aproximaria o Brasil do mundo civilizado. E atenuaria o flagelo da impunidade. Irônico, o ministro chegou a declarar que a presença de “ilustres visitantes” melhoria o sistema prisional do país. Realçou que já não havia “banho frio” na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. “Agora, há até chuveiro elétrico”, celebrou."

Dado o dito vemos que hoje, Mendes prefere enfiar o Brasil no mundo incivilizado. Prefere assistir de camarote o grassar do flagelo da impunidade "ilustres visitantes" contribuindo para a melhoria do sistema prisional.

Disse mais:

“Não vamos esquecer: o sistema permite correção. Permite até o impedimento do início da execução da pena, com obtenção de liminar em habeas corpus.”

Levando-se em consideração a "palavra dada por um JUIZ SUPERIOR", cuja decisão reverbera em todos os escalõess inferiores da justiça, o "JUIZ SUPERIOR" de agora joga no lixo todo o arcabouço legal que preserva a presunção de inocência.

Fico por aqui nas falas do juiz do passado, para me fixar no juiz do presente.

O Juiz do passado ainda se portava com certa dose de decoro, mesmo questionado por muitos.
O Juiz de hoje não.

Optou de forma deliberada pela posição de advogado de defesa de bandidos e para isso age e atua como bandido.

O juiz do passado causava discordância com seu jeitão cavalo de ser, mas ainda era JUIZ.
O juiz de agora continua causando discordâncias, perdeu a compostura, agride costumeiramente o CÓDIGO DE ÉTICA DA MAGISTRATURA, se enfiou no meio de bandidos, recebeu de alguns polpudas quantias para a sua aberração chamada IDP e é tudo, menos JUIZ DE UMA CORTE SUPERIOR.

Mendes, como disse ontem Barroso, é o lixo da Suprema Corte. É a vergonha da justiça.

É A MAIS DOÍDA VERGONHA DE UMA NAÇÃO JÁ EM FRANGALHOS.

DE SORTE QUE BARROSO ELIMINOU PARTE DESTA IMENSA DOSE DE VERGONHA.


#SomosTodosBrasileiros!

#SomosTodosBrasileiros!

Nas últimas semanas circulou nas redes sociais com força a hashtag #SomosMarielle.

Sim, o crime é grave. Tem de ser investigado. tem de achar os criminosos e tem que puní-los rigorosamente, não importa a motivação.
Mas essa comoção seletiva está carregada de hipocrisia.

No mesmo dia do assassinato covarde da militante das "causas negras", outro assassinato covarde ocorreu quase no mesmo instante.
Um pai, comerciante, foi assassinado na frente do filho de apenas 5 anos.
Não sei ele defendia alguma espécie de causa a não ser, óbvio, a manutenção da própria e da vida do seu filho. Nada de comoção nacional nem hashtag.

27 policiais foram assassinados somente este ano. Nada de comoção social nem hashtag.

Ontem assisti um vídeo onde um rapaz que ficou paraplégico por que levou um tiro na coluna de um bandido menor de idade que já está solto e que já cometeu, MESMO MENOR, uma penca de crimes.
O depoimento dele é emocionante. Nada de comoção nacional nem hashtag.

Quando se vê que muitos estão sapateando em cima do cadáver ainda fresquinho da vereadora e a imensa maioria anda cagando e andando com casos graves, de mesma gravidade do ocorrido com a vereadora, constato como esta nação está exercendo um grau de hipocrisia que causa nojo e que deveria ser repudiado por uma maioria que pode, amanhã, virar cadáver como os já citados acima.

O tapa na cara de toda a sociedade pacífica, trabalhadora e desarmada não foi dado, como está se vendendo, pela morte desta garota, mas por todas as mortes que estão virando "coisa comum" em todas as grandes e pequenas cidades país a fora.

A grande culpada de todo este descalabro da violência é a certeza da impunidade. São leis que "protegem" a bandidagem, em nome de uma agenda social vagabunda, e desprotege o verdadeiro cidadão que é o do bem.

Pune-se com mais facilidade que reagem e mata um bandido. Usa-se o rigor da lei contra quem se defende para passar a mão na cabeça dos que atacam de forma covarde a vida humana em troca de roubar quinquilharias.

Uma democracia se sustenta, entre vários outros quesitos, em um arcabouço jurídico cego na punição, justo na obtenção de provas que esclareçam o crime cometido, que valha para todos sem distinção e que seja duro o bastante para inibir a geração de novos bandidos.

O Brasil não é só Marielle e sua condição de parlamentar.
Ele é repleto de uma gente reconhecida como "brasileiros" em qualquer lugar do planeta.

#SomosTodosBrasileiros


Que bandido é mais perigoso?

Que bandido é mais perigoso?

Certos fatos nos obrigam a formular análises pessoais sobre o ocorrido e não importa o contexto, a gente acaba, de alguma forma, extrapolando o circulo fechado a que ele pertence.
Ao tomar conhecimento da barbaridade ocorrida com esta menina, Marielle, e vendo a situação atual deste país, uma pergunta me vem na lata:

Que tipo de bandido, dentre todos os que temos, são realmente perigosos para a sociedade como um todo?

Aquele que vende suas porcarias nas entradas de favelas?
Aquele que assalta para ganhar uns trocados?
Aquele que ataca uma pessoa para subtrair-lhe algo que possa lhe render alguma merreca e mata a vítima para ser famoso na sua gang?
Aquele que leva um estado inteiro à falência e desfila gastando grana roubada em luxuosos hotéis mundo a fora, em iates dignos de sultões dos emirados árabes?
Aquele que ocupa a cadeira de presidente com três processos na lata oriundo de graves acusações e que chefia uma quadrilha quase toda em cana?
Aquele que engana toda uma nação para satisfazer seus gostos nababescos?

E diante deste ladrões, com e sem pedigree, cabe outra pergunta:

Que tipo de justiça se pretende para uma nação democrática?

Aquela que enfia em cana sem piedade uma mãe ou um pai que rouba do supermercado um pote de margarina ou um pacote de biscoitos?
Aquela que enfia em cana ladrõezinhos baratos de ruas escuras?
Aquela que protege bandidos poderosos?
Na primeira pergunta a resposta óbvia é: TODOS SÃO PERIGOSOS, embora alguns mais, outros menos. Já falo sobre isso.

Na segunda a resposta, também óbvia, é que se puna, de acordo com a LEI quem cometer crimes, sem se importar com pedigrees, idade, cor, religião, opção sexual ou outra baboseira qualquer.

Assistimos perplexos um bando de parlamentares de mãos dadas com um magistrado superior encurralando a PRESIDENTE DA MAIS ALTA CORTE DE JUSTIÇA DO PAÍS para tentar tirar da provável e merecida cadeia um ladrão canalha que enganou milhões de brasileiros com seu mentiroso discurso de proteção dos pobres, enquanto, nos subterrâneos do poder enriquecia com grana roubada de empresas estatais e obras públicas.

Assistimos perplexos à morte covarde de 27 policiais militares.
Assistimos perplexos à morte de um pai de família diante de seu filho de apenas 5 anos de idade pela covardia de bandidos incrustrados em favelas cariocas.

Assistimos perplexos o PRESIDENTE desafiando um magistrado superior por que este determinou a quebra de seus sigilos e ainda mandando seus trombadinhas virem à público anunciando seu pedido de impeachment.

Vivemos, nós cidadãos de bem, perplexos com tanta barbárie e descasos que a perplexidade virou costume, tantas são as espécies de bandidos perigosos que há neste país.

De outro modo vemos uma legislação especialmente branda com criminosos, toda ela usando como defesa própria uma pretensa defesa da pessoa humana e da presunção de inocência, enquanto vidas de inocentes humanos vão sendo deixados como marcos de uma estatística horrenda.

O Brasil se tornou, perplexidade!!!!!, o paraíso dos bandidos onde todos os perigosos criminosos desta nação sentem orgulho de desafiar a justiça, enquanto as pessoas de bem, acorrentados ao estrito cumprimento da LEI, por opção de caráter e postura nossa, estamos sendo dizimados.

Se há perigo no exército do PCC de Marcola, perigo menor não há nos exércitos de Boulos e Stédille.
Se há perigo nos PCCs e CVs da vida, não há perigo menor nos MDBs, PSDBs, PPs, PRs da vida.
Se há perigo nos assaltantes de ruas escuras que matam por celulares, não há perigo menor em canalhas com togas superiores agindo no escurinho para livrar seus bandidos de estimação das LEIS que deveriam zelar e proteger.

Enquanto a falta de vergonha na cara, de compostura, de medo aos homens da lei cresce em progressão geométrica nos chefões das várias quadrilhas que infestam esta não, cresce na mesma proporção a perplexidade, indignação, o medo, a insegurança e o descrédito nas Instituições deste país.

O Exército Brasileiro, sob o comando de um paraplégico, entrou na pantomima eleitoral do ladrão presidente.

Os últimos acontecimentos jogam lama no Exército por ele comandado.
Arrasta nosso Exército, admirado e respeitado pela imensa maioria do povo desta nação, para um papel de coadjuvante das quadrilhas organizadas instaladas no poder da república e de fiador de bandidos com broche na lapela e altos cargos no executivo.

A morte desta menina é um tapa na cara do General Villas Boas.

Mas é, também, uma punhalada profunda no peito da gente honesta brasileira por que, no cabo deste infame punhal estão as suas mãos sujas.


Que chances temos de ter um novo Trump no Brasil em 2018?

Que chances temos de ter um novo Trump no Brasil em 2018?

A Operação Lava Jato causou um estrago sem precedentes na velha política e nos partidos que a praticavam.
A grande maioria deles, como de costuma, usavam a estrutura do Estado em benefício próprio ou em benefício dos generais destas agremiações.

Vemos arautos da "moralidade política" espalhando que a Operação criminalizou a política. Nada mais burro. Nada mais insano.
Existe, nos partidos escaneados pela Operação, parlamentares cujo nome não aparece envolvido em falcatruas  de roubo da suada grana pública, oriunda do esforço de todos os contribuintes brasileiros e o eleitor minimamente informado sabe quem são eles.
Já os nomes envolvidos na roubalheira exposta pela operação são os mesmos de sempre e, com raras exceções, novos envolvidos.

Enganam-se todos os que apostam que espetáculos midiáticos em favor de maior segurança nas cidades, como visto agora no Rio de Janeiro, será fator decisivo nesta eleição.
Estejam certos: o buraco é mais embaixo.

As gigantescas passeatas de 2013, iniciadas pelos movimentos de esquerda em busca de calar um aumento de 20 centavos nas passagens, acabou trazendo para as ruas do Brasil inteiro os brasileiros que viviam no conforto dos seus sofás, de onde assistiam, passivamente, a tudo o que acontecia no seu país, ora apresentado pelas TVs, ora apresentado pelo jornalismo nem sempre confiável. E tudo comandado pela novíssima arma popular chamada de redes sociais.
Estes movimentos se repetiriam em 2016 pedindo o Impeachment da dona Dilma e voltariam a encher as ruas grandes cidades com brasileiros até então acomodados.
O maior de todos os protestos se deu em São Paulo, maior centro nervoso do país, e reuniu, segundo seus organizadores, mais de 6 milhões de pessoas.

De 2013 para cá, juntando os protestos de 2016, houve uma mudança importante na postura e na cabeça da grande maioria dos eleitores.
As redes sociais ganharam mais destaque, sites e blogs pessoais passaram a desempenhar o papel de bater, com profissionalismo, na parte da imprensa bandida e seus fakes news, outros passaram a trabalhar com informação que educa mostrando o lado perverso do socialismo que governa este país desde a redemocratização até os dias atuais, fornecendo subsídios para que um número cada vez maior de jovens recebessem informações concretas, lastreadas em fatos e portanto digna de credibilidade, permitindo que muitos deles se libertasse da lavagem cerebral que recebem em suas escolas, seja de que nível for.

Tais atitudes independentes, que ignoram e passam ao largo da dita mídia tradicional, foi despertando em um número cada maior de brasileiros o seu lado conservador, atestado por pesquisas qualitativas que dizem que mais de 60% dos brasileiros são conservadores nos hábitos e costumes.

A eleição deste 2018 não será como as outras.
Esta será a eleição dos indignados, dos revoltados pela roubalheira nacional, dos oprimidos que tiveram suas goelas entulhadas por absurdas e psicopatas teorias de uma esquerda que se prova bandida através da Lava Jato, do compadrio da justiça com bandidos poderosos, dos que querem a Lei e a Ordem prevalecendo para todos indistintamente e da vergonha nacional de ver o país na situação em que se encontra.

As manifestações de 2013 e 2016 trouxeram, para quem ocupou as ruas, uma expectativa de mudança que não veio na eleição de 2014 onde prevaleceu o continuísmo de eleições anteriores, levando para os cargos mais importantes da nação os mesmos bandidos de sempre.

Em 2018 não será assim.

De 2016 para cá, muita coisa mudou. Toda a expectativa de mudança em relação a 2014 que já era grande, aumentou significativamente agora em 2018, mas com uma significativa mudança, que está na postura do eleitorado.

Se em 2014 cenas bem produzidas do horário eleitoral foram capazes de florear as mentiras para transformá-las em verdades elegendo os mentirosos, desta feita serão as redes sociais, assim como se deu na eleição americana, um dos principais fatores na decisão de voto.
Os outros serão a ficha limpa do candidato, a cara de "novo" e propostas que estejam de acordo com o pensamento conservador latente da maioria dos brasileiros.
A segurança é fator importante? É, mas não é o mais importante na cabeça deste refeito eleitor.
Para eles a segurança virá com a mudança de postura adotada pelo escolhido, diante de temas que são caros para este eleitor.

Pesquisas qualitativas mostram que o eleitor não pretende votar em nenhum candidato dos partidos envolvidos na roubalheira nacional (PT, PSDB e MDB DE TEMER, EDUARDO CUNHA, GEDDEL E SEU BUNKER). Em algumas este índice bate na casa dos 75%.
Significa dizer que vender um outro mundo possível não vai colar.

E onde entra Bolsonaro nesta análise preliminar?

Bolsonaro lembra exército, a Instituição brasileira mais admirada e respeitada pelos brasileiros. Induz respeito, ordem, justiça e, por que não dizer, SEGURANÇA.
Bolsonaro, embora escorregue em algumas situações, consegue vender seu lado autêntico. Ele é assim. Sempre foi assim. E seu eleitor, ou os que pretendem votar nele, lhe dedicam admiração por isto.
Bolsonaro não está nem nunca esteve envolvido em nenhum assalto aos cofres públicos. Os processos a que responde são todos frutos de sua reação às vezes intempestiva, mas nunca sem razão.
Bolsonaro se mostra radical (a imprensa bandida costuma chamar de extrema direita) quando se trata de costumes, de temas enfiados goela abaixo dos brasileiros por uma esquerda bandida.
Bolsonaro não precisa da mídia nem do tempo de TV da propaganda eleitoral. Sua forte atuação nas redes sociais lhe dão suporte para não precisar delas e quanto mais a imprensa bandida bater nele, maior será a adesão que ele terá nelas. Além do fato de que a propaganda na TV é esporádica, tem horário pré-determinado e tem grande variação de audiência enquanto as redes sociais ficam no ar 24hs por dia.
Bolsonaro conseguiu, à sua revelia, uma rede de competentes cidadãos que usam suas redes sociais para defendê-lo dos ataques que sofre. Saiu uma fake news sobre ele? Milhares de "profissionais" da rede mandam a resposta na lata, imediata e COM FATOS.
Foi assim em relação ao Fake News da Folha sobre seu "patrimônio milionário", Uma casa churreca num bairro chinfrim de Angra, quando se vê sítios, triplex, Bunkers, mansões em praias paradisíacas ostentadas pelos traficantes de grana da nação.

A meu juízo, para parafrasear Melandowiski, Bolsonaro tem participação garantida no segundo turno.

Aqui fica um aviso para Bolsonaro:
ELES NÃO DESISTIRAM DE VASCULHAR A SUA VIDA.
Soube, de fonte respeitável, que estão fuçando seu primeiro casamento.

Mas eu ainda creio que faltam algumas "coisinhas" para que Bolsonaro dispare quando a campanha for liberada. São eles:

01) No primeiro dia de campanha, anunciar seu ministério;
02) Declarar Paulo Guedes como manda chuva da economia e calar a boca dos que lhe cobram (nunca cobraram de LuLLa que nem sabia ler) conhecimentos da área;
03) Declarar o General Mourão como seu ministro da defesa;
04) Investir massivamente no novo algoritmo do Facebook e Twitter com links patrocinados; divulgando os principais itens de seu programa de governo;
05) Não cair nas armadilhas da imprensa bandida, com entrevistas armadilhas;
06) Declarar apoio irrestrito para a Lava Jato;
07) Anunciar a mudança de critérios para a escolha de integrantes de tribunais, inclusive do Supremo, da PGR e da PF;
08) anunciar propostas de mudança do código penal;
09) Atuação forte no whatsapp (promete ser fator diferencial nesta eleição, alguns experts em mídia digital acreditam que pode ser mais importante que o Facebook).
10) Bater forte nas política vagabundas da esquerda maldita, enfiada na desgraça pela Operação Lava Jato.

Recebo pesquisas qualitativas feitas por grandes empresas que tentam antecipar o que precisarão fazer se este ou aquele candidato chegar à presidência da república. E quase todas elas estão diante de uma puta interrogação. Se é certo que empresas não definem uma eleição, é certo, porém, que o poderio econômico delas pode acrescentar sim, alguns pontinhos na cesta de algum candidato.

Resumindo:

Bolsonaro tem tudo para ser presidente deste país.
É o que eu penso.