O "erro" proposital de Melandowiski.

Não adianta. Por mais que se queira não dá para analisar algo praticado por uma pessoa quando sua história pregressa insiste em bater na realidade.
Desde a abertura do processo de impeachmente contra sua chefa, a real dona de sua toga, Melandowiski arruma um jeitinho de beneficiar a verdadeira dona de alguns dos seus votos na Suprema Porcaria.

Melandowiski trabalha, de forma intensiva, para que sua chefa seja absolvida na Suprema Taba e isto, certamente, irá acontecer.
Foi assim, em diversas vezes, a forma com que eLLe enfiou em "atas" assuntos e detalhes que não foram discutidos durante julgamentos relacionados ao caso.
Foi assim em relação à estruturação deste ritual macabro de impeachment que, se comprova no presente momento, se transformou numa lenga lenga sem fim, repetitiva à exaustão para que determinados conceitos sejam fixados para serem aproveitados em possíveis e certos recursos que serão apresentados pelos traficantes de grana de LuLLa na Suprema Porcaria.

Melandowiski sabe, como todo o Brasil, que sua chefa levará um belo pé no traseiro no Congresso e eLLe tem plena consciência que nada pode fazer à este respeito, sem que comprometa de forma definitiva, sua "ilibada e isenta conduta" como presidente do processo, embora não se deva desprezar a cara de pau que adorna as fuças de representantes do petismo.

Ontem mais um chicaninha superior foi adotada para a estratégia por eLLe calculada.
Júlio Marcelo. a mais importante testemunha da acusação foi transformada em "informante" que significa dizer que seu depoimento não poderá ser usado como TESTEMUNHO, mas apenas como INFORMAÇÃO.
No senado isto de nada valerá já que ali são os fatos por ele afirmados que importam. Porém em um julgamento na Suprema Porcaria vai valer muito.

Quero ver como se comportará Melandowiski diante da iniciativa dos partidários do impeachment em transformar testemunhas de defesa em "meros informantes", como aconteceu com Júlio Marcelo.

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