Empacado e por culpa de quem?

Dívida dos Estados
Uma das melhores medidas do Governo Temer foi a imposição de um limite de gastos públicos baseados na inflação do ano anterior.
Embora fosse mais producente diminuir a inchadíssima máquina pública e vender empresas estatais que só servem para empregar vagabundos indicados por partidos, a medida é uma ótima inciativa pois, também ela, permite um avanço e uma progressão negativa destes gastos.

No entanto, a medida está emperrada no Congresso.

O estacionamento forçoso na casa deve-se à resistência de governadores em cumprir a sua parte no trato, quando da renegociação de suas dívidas com a União.
Os estados, como de costume, cresce assustadoramente em cada novo governo.
Governadores estão dizendo que se trata de uma ingerência indevida em suas administrações.

Cabe ao governo fazer jogo duro nesta pendenga.
Ou os estados aceitam diminuir suas brutais despesas ou estão fora do acordo feito e que se virem com suas dívidas.

O que não pode acontecer é a continuidade de más administrações que geram tais dívidas sem que nada seja feito para acabar com a farra de gastos de estados cuja única preocupação é vender gato por lebre em épocas de eleições e quando se defrontam com a falta de grana para bancar a farra, correm atrás da União, impondo o pagamento deste absurdo para todos os brasileiros.

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