A coletiva de Dudu Cunha, mais um espertalhão que se vai.

Eduardo Cunha, Cassação, STF, Câmara dos Deputados, Operação Lava-jato
Ninguém pode duvidar de algumas coisas em relação a Dudu Cunha.
  1. Foi sob a sua presidência que a Câmara dos Deputados mais trabalhou, quase de forma correta;
  2. Foi o único político, que tendo poder, enfrentou o petismo bandido da turma de traficantes de grana do LuLLa;
  3. Foi o único presidente da Câmara a tirar o partido de traficantes de LuLLa de postos importantes da Câmara;
  4. Foi e será o único presidente da Câmara a dar um sonoro e quase completo pontapé no traseiro da GovernAnta e do petismo ladrão.
Embora tenha praticado estes feitos memoráveis, passíveis do agradecimento de todos os brasileiros minimamente honestos desta nação, Dudu Cunha é mais um dos muitos espertalhões que assolaram esta nação com a chegada do petismo bandido ao poder. Faz parte da Diretoria do Clube dos Cafajestes e, sendo muito franco, jamais poderia ocupar um cargo público.

Mas temos também que ser justo em alguns fatos que ele disse nesta entrevista.
  1. Dudu Cunha foi criminosamente perseguido por Rodrigo Janot. Ele não é, mesmo com tudo o que fez, o único bandido guardado nas gavetas de Janot;
  2. O que ele disse, sobre não ter contas no exterior é a mais pura verdade. Trust não é conta. A verdade sobre isso, não é o fato de ter conta corrente no exterior. O crime, que ele nunca vai admitir e que deveria nortear as investigações, é ter grana de propina lá fora. Na relação de investigados de Janot tem fatos muito mais graves cometidos por outros espertinhos da nação, e que Janot, até aqui, tem feito cara de paisagem, podendo até ser enquadrado pela nova abordagem jurídica para atestar crimes que é a Teoria da Cegueira Deliberada;
  3. Dudu Cunha teve, efetivamente, sua defesa cerceada;
  4. Seu afastamento da presidência da Câmara, tomada pelo STF, foi uma aberração jurídica, em virtude da independência dos poderes.
Dudu Cunha, como cansei de afirmar no Gente Decente, perdeu mais uma vez o timing.
Agora já era.

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