Torquato Jardim está disposto a cagar na própria biografia.

Não há, na biografia de Torquato Jardim, algo que comprometa de forma séria a sua biografia.
Não havia, mas já começa a ter.

Assisti entrevista deste senhor dada para Miriam Leitão, na Globo News.
Entre o patético, o subserviente e cínico, opto por ficar com os três.

Torquato mostrou-se disposto a cagar na própria biografia.

Miriam Leitão é uma jornalista que faz excelentes entrevistas quando o entrevistado não é um esquerdopata. Vai na veia. Na canela. Abaixo da linha da cintura. E foi desta forma que ela entrevistou o novo candidato a lambão do destrambelhado governo de Temer.

Instado a responder se não teria sido um erro enorme de Temer receber Joesley como recebeu, Torquato deu a entender que, assim como acha LuLLa e seu petismo ladrão, todos os brasileiros são idiotas. Asnos. Xucros. Gnus, da mesma forma como pensa aquele jornalista vazado da Veja e da Jovem Pan.

Disse o "çábio" que por ser um político 24hs por dia, durante anos, Temer recebeu Joesley da forma como recebeu, da mesma forma como receberia um político qualquer para debater "os graves problemas da nação".
Ora, além de cagar na própria inteligência e na sua biografia, o senhor Torquato que nos fazer crer que Temer é um destes politiquinhos ingênuos que não sabe a diferença entre ser um deputado, senador ou chefe de quadrilha partidária e um cargo presidencial, sendo Temer o tal de constitucionalista que é.

Soou patético para alguém com a experiência e a biografia que tem.
Torquato será um vassalo. Um estafeta. Um boi de luxo de um canalha chamado Temer.
E, se puder, será sujo o bastante para usar o cargo na tentativa de melar a Operação Lava Jato.

Torquato será o boy de luxo de Temer.

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